Durante o baile, quantos nomes tem Emmaline no seu cartão de dança quando Julius a convida para dançar?
Resposta correcta: nenhum.
Vencedores:
01 – Célia Martiano
10 – Susana Mano
25 – João Pimentel
50 – Bruno Carmo
100 – Maria Marques
Leia os primeiros capítulos de A Paixão de Emma, de Charlotte Bingham, e responda a esta questão:
Durante o baile, quantos nomes tem Emmaline no seu cartão de dança quando Julius a convida para dançar?
Envie a sua resposta para joanneharris@sapo.pt – e se estiver correcta e for a 1.ª, a 10.ª, a 25.ª, a 50.ª ou a 100.ª a chegar, ganha automaticamente um exemplar de A Paixão de Emma, de Charlotte Bingham, que a ASA tem para oferecer. A data limite é domingo, dia 7 de Fevereiro.
Pode ler os primeiros capítulos do livro aqui.
Bastaram apenas alguns minutos para que Emmaline se apaixonasse por aquele homem que tanto se esforçava por ser galante e encantador. A partir do momento em que ele parou diante da sua cadeira e começou a falar, ela soube que nada jamais voltaria a ser igual.
Podem ler os primeiros capítulos de A Paixão de Emma, de Charlotte Bingham, aqui.
Emmaline sempre ouvira a mãe dizer que, como a mais velha de quatro irmãs, casar deveria ser a sua prioridade e dever. Contudo, o tempo passava sem que se vislumbrasse qualquer proposta de casamento. Até que num baile organizado em sua casa, um belo desconhecido a convida para dançar. Ele chama-se Julius e, na manhã seguinte, pede a sua mão. Cheia de esperança e vontade de começar uma nova vida, Emmaline deixa a América rumo a Inglaterra. Porém, quando chega, depara-se com uma casa estranha, repleta de pessoas invulgares e criados excêntricos. Um cenário bastante distante do glorioso lugar que Julius lhe descrevera. Na verdade, à medida que os dias passam, o próprio noivo parece ter-se tornado irreconhecível. Emmaline sente-se cada vez mais só e infeliz, chegando até a pôr em causa o futuro da relação. Mas isso é antes de o passado de Julius, e a história daquela enigmática casa, lhe serem desvendados.
“Se gostou de Orgulho e Preconceito vai adorar este livro.”
Woman’s Way
“Charlotte Bingham é uma excepcional contadora de histórias.”
The Independent on Sunday
“Um romance fascinante e envolvente.”
FemaleFirst
Charlotte Bingham é oriunda de uma família ilustre ligada às Letras. O seu pai, o barão de Clanmorris, foi autor de romances policiais e agente secreto; a sua mãe era dramaturga. Aos dezanove anos, publicou a sua autobiografia, que se tornou num sucesso instantâneo. Desde então escreveu comédias e séries dramáticas, filmes e peças para Inglaterra e para os Estados Unidos. Os seus romances já venderam milhões de exemplares em todo o mundo, tendo Change of Heart vencido o Prémio Romantic Novel of the Year 1995, atribuído pela Romantic Novelists’ Association.
Para mais informações sobre a autora podem consultar o site www.charlottebingham.com
Duas amigas visitam a Índia e só uma regressa…
Cinco anos passaram sobre a morte de Gemma. Cinco anos de dúvidas e angústias, durante os quais a vida de Esther foi um inferno permanente. Quando as duas amigas decidem fazer uma viagem juntas, nada faria prever que apenas uma delas regressaria. Esther era bela, sofisticada e destemida, Gemma o seu oposto. Ávidas de novas experiências, partem para a Índia em busca de aventura. O que elas ignoravam era que estavam prestes a entrar num mundo onde as regras sociais que lhes eram familiares não se aplicavam e que o tão almejado afastamento do mundo ocidental era afinal uma porta aberta para o que de mais sombrio traziam dentro de si. E foi rápida e inesperadamente que o sentimento que as unia foi posto à prova, levando-as a confrontar-se com ressentimentos e segredos antigos.
Numa tentativa de descobrir toda a verdade e de se libertar dos fantasmas que ainda a atormentam, Esther tenta agora dar um sentido à tragédia que vitimou a sua melhor amiga e mudou irreversivelmente a sua vida.
Cinco anos passados sobre a morte de Gemma, Esther está de volta à Índia…
Os segredos mais profundos arrastam consigo correntes sombrias.
Uma história fascinante e envolvente sobre segredos do passado que ensombram o presente.
Cass Brainbridge está a viver tempos estranhos. Daí que deixe Londres para aceitar um emprego de assistente universitária na costa sul da Grã-Bretanha. Mas serão um novo emprego e uma nova cidade sinónimos de uma nova vida? Não. Principalmente se já se traz alguma bagagem indesejável.
As memórias dolorosas de um segredo que acabou de destruir o que restava da sua já problemática infância e mudou a sua vida para sempre começam então a assombrá-la. E a crescente sensação de que está a ser observada, numa altura em que violentos ataques a estudantes estão a ocorrer em pleno campus universitário, transforma o seu receio num avassalador redemoinho de pânico que ameaça sugá-la. Será ela a próxima vítima? Ou haverá uma razão mais sinistra para que Cass tenha sido escolhida como alvo?
Além disso, Brighton não é uma opção natural para uma mulher com um já antigo medo do mar. Cass pode ter tentado encerrar um capítulo da sua vida ao deixar Londres, mas cedo vai descobrir que alguns elementos da sua nova existência são igualmente perturbantes.
"...Porque é um blog que me faz adoçar os meus olhos e a minha alma!" by guida
Obrigada pelo miminho, Margarida (Leves & Ausentes).
Que romances da autoria de Katy Gardner foram já publicados pela ASA?
Para além de Desaparecida, foram já editados os seus romances Viagem sem Regresso e O Presságio da Sereia.
Vencedores:
01 – Joana Fátima Ferreira
10 – Paula Isabel Teixeira Ferreira
25 – Juliana Marques Melo
50 – Carla Cerqueira
100 – Sara Araújo
Que romances da autoria de Katy Gardner foram já publicados pela ASA?
Envie a sua resposta para joanneharris@sapo.pt – e se estiver correcta e for a 1.ª, a 10.ª, a 25.ª, a 50.ª ou a 100.ª a chegar, ganha automaticamente um exemplar de Desaparecida, de Katy Gardner, que a ASA tem para oferecer. A data limite é domingo, dia 17 de Janeiro.
Pode ler os primeiros capítulos deste romance aqui.
Não há motivo para alarme, digo para comigo. É assim o jogo. Poppy esconde-se, eu procuro. Contudo, à medida que corro pela galeria, atirando com as portas e nada encontrando, um pavor informe começa a agitar-se no meu âmago. Passaram aproximadamente vinte e cinco minutos desde que ouvi a porta a fechar-se. Precipito-me escadas abaixo e detenho-me junto à janela panorâmica, tentando manter a calma. Atrás de mim, a casa ressoa com a ausência da minha filha.
Podem ler o primeiro capítulo de Desaparecida, de Katy Gardner, aqui.
Tudo começou com uma brincadeira de crianças…
Quem é que nunca jogou às escondidas? Quem nunca sentiu o entusiasmo de encontrar alguém no seu esconderijo perfeito?
Poppy está a brincar com a mãe, Mel.
Poppy tem sete anos e a sua vida acabou de mudar radicalmente: tem um novo padrasto, um novo irmão, uma nova casa…
A menina esconde-se e a mãe procura-a. Mas o tempo passa e ela não aparece. A polícia é chamada. À hora do desaparecimento, testemunhas viram um carro a afastar-se do local. Um carro familiar. Ao volante ia Si, o homem com quem Mel está casada há apenas um ano.
Para a polícia é uma luta contra o tempo.
Para Mel, cujo mundo foi virado do avesso, é uma questão de vida ou morte.
“Excitante e de leitura compulsiva.”
Literary Review
Katy Gardner é antropóloga e dá aulas na Universidade do Sussex, em Brighton, no Reino Unido. É autora de vários trabalhos académicos e obras de ficção. Para além de Desaparecida, na ASA tem já publicados com grande sucesso os romances Viagem sem Regresso, adaptado para uma minissérie televisiva, e O Presságio da Sereia.
Entrevistar dois actores em simultâneo é uma aventura imprevisível. Sobretudo tratando-se de figuras que merecem um interesse exclusivo, como Robin Wright Penn ou Keanu Reeves. A conversa realizou-se há quase um ano no Berlin Marriott Hotel, em pleno Festival de Berlim, durante a promoção do filme As Vidas Privadas de Pippa Lee, uma adaptação do livro que a própria autora Rebecca Miller se encarregou de realizar e que conta a história de uma mulher casada (Robin Wright Penn) que encontra um homem mais novo (Keanu Reaves). O desafio era delicado: por um lado, vencer o rosto habitualmente fechado de Keanu Reeves; ao mesmo tempo evitar cair na amena cavaqueira entre dois talentos, sempre difícil de gerir; por fim, tentar ultrapassar a esfera do filme e abordar a vida de Robin, guardando a cautela necessária por saber que estaria a viver a anunciada tensão conjugal (a separação viria mais tarde) com o agora ex-marido Sean Penn.
A Robin tem aqui uma das melhores interpretações da sua carreira. Que a atraiu neste projecto?
Robin Wright Penn (RWP) – Obrigada. Mas a minha personagem, sendo a protagonista, não tinha de demonstrar a sua própria história, porque já estava desenvolvida pelos actores que preenchiam o passado de Pippa Lee e que, de certa forma, a revelavam. Isso foi óptimo e ajudou-me bastante.
É difícil entrar num filme que vai já, por assim dizer, a meio da viagem?
RWP – Bom, digamos que tive bastante tempo para a preparar. Desde logo, passei um ano e meio com a Rebecca Miller [a realizadora]. Estava previsto iniciar a rodagem um ano mais cedo, mas faltava-nos um actor para a personagem de Chris [Keanu Reeves]. Isso fez- -nos perder o investimento inicial e um ano de discussões . Entretanto, tinha o livro - a Bíblia - e o discípulo que a escrevera. Fomo-nos entretendo.
O Keanu tem neste filme um papel relativamente secundário. Sente um tipo de responsabilidade diferente de quando é o protagonista?
Keanu Reeves (KR) – Gosto da responsabilidade. Neste caso, posso dizer que foi uma óptima experiência. Foi um trabalho breve, mas comprometido.
Como foi trabalhar com a filha de Rebecca Miller, filha do grande [escritor] Arthur Miller?
KR – Especial. Vi alguns dos filmes dela, que admiro bastante, como Personal Velocity [2002] ou A Balada de Jack e Rose [2005]. São filmes únicos. Foi emocionante conhecê-la, ler o guião e trabalhar com ela.
Chegou a pensar conservar a tatuagem que usa no filme?
KR – Não...
Porque gosta tanto dos filmes de Rebecca?
KR – São histórias muito pessoais, mas sempre envoltas por uma aura universal. É algo único e fora do comum. Não sei como encontra estes temas que vêm de lugares únicos. Há ainda um humor subtil, uma certa brandura no cinema dela.
Há algo em particular na sua personagem que o tenha fascinado?
KR – Gostei muito das contradições do Chris Nadeau. Foi interessante conviver com ele, porque deveria ser um tipo aberto, mas acabava por revelar-se mais cauteloso. No filme, é o estranho, mas também o amigo e o amante... De certa forma, ele faz parte da viagem pessoal de Pippa Lee.
2010 promete... Para o ano vamos ter novos romances de Katy Gardner, Madeline Hunter, Charlotte Bingham, Alice Hoffman, Antonhy Capella, Preeta Samarasan, Nicky Pellegrino, Rani Manicka, Esther Freud, Katherine Taylor, Joanne Harris, Kate Jacobs, Elizabeth Edmondson e Lesley Pearse.
A todos um leitores votos de um excelente ano cheio de boas leituras!
Obrigada, Jojo (Devaneios da Jojo), por este selinho feito por ti. Está muito bom. E obrigada também Laelany (Chá da Meia-Noite) e Catarina (Ao Ler o Livro).
A Goldalsky (Publicações de Goldalsky) também fez este selinho especialmente para os seus seguidores. Obrigada!
Obrigada Catarina (Ao Ler o Livro) e Laelany (Chá da Meia-Noite) pelos seguintes selinhos:





Feliz Natal a todos os visitantes e leitores do Chocolate para a Alma!
A Tinkerbell (do blogue My Imaginarium) criou mais um fantástico selinho para celebrar o Natal. Selo esse que também me foi oferecido pela Alice e Bailarina (Sombra dos Livros), pela Laelany (Chá da Meia-Noite) e pela B. (Finding Neverland). Obrigada!
Enumerar cinco livros que gostariam de receber no Natal:
Servidão Humana, de Somerset Maugham
Histórias de Canções – Chico Buarque, de Wagner Homem
Meio Sol Amarelo, de Chimamanda Ngozi Adichie
Aquele Verão em Paris, de Abha Dawesar
4 & 1 Quarto, de Rita Ferro
A Lia (Gosto de Ti Livro) também fez um bonito selinho de Natal. Obrigada!
Ofereço estes dois selos aos seguintes blogues:
Este selinho foi oferecido pela A e B (Leituras de A a B) e pela Catarina (Ao Ler o Livro). Obrigada!
Ofereço-o a estes dez blogues:
Baseada na vida de Mary Bryant (nascida Mary Broad), a protagonista de Nunca Me Esqueças, de Lesley Pearse, esta minissérie de dois episódios foi a maior produção australiana para a televisão. A série contou com interpretações de Ramola Garai, Jack Davenport, Alex O'Loughlin e Sam Neill.
O Chocolate para a Alma celebra hoje o seu primeiro aniversário. E em vez de receber prendas vou oferecer um selo de agradecimento e de amizade a alguns dos blogues que acompanharam o Chocolate para a Alma durante este ano.
Quanto às regras do selinho, elas são bastante simples: não tem regras! Podem oferecê-lo a quem quiserem e podem revelar o que vos apetecer sobre vocês.
Ofereço este selo aos seguintes blogues:
Aproximando-se o primeiro aniversário do blogue Chocolate para a Alma – Ler Não Engorda, é tempo de fazer uma pequena reflexão sobre os livros que marcaram este ano de existência. E se houve livro que marcou este blogue, ele foi sem dúvida Nunca Me Esqueças, de Lesley Pearse. Já aqui tinha feito um post com as excelentes críticas a este livro feitas por vários blogues (que podem consultar aqui). Para não deixar ninguém de fora, deixo-vos agora a segunda parte...
Boas leituras!
“Este livro é daqueles que nos custa interromper a sua leitura a meio. Levou-me noite dentro vários dias e não descansei enquanto não o acabei, e quando terminei fiquei com pena de não poder continuar a ler. É um dos melhores livros que li nos últimos tempos.
Acho que é um livro que nos faz crescer, amadurecer enquanto ser humano.”
Clube de Leitura
“Basta só dizer que o li em duas noites!
Absolutamente FANTÁSTICO! É uma história linda, emocionante, viciante, mais outras coisas acabadas
Quando se começa a ler não mais se quer parar e só queremos chegar ao fim do livro para saber o que aconteceu com a Mary. É uma história triste, porém heróica e que se torna ainda mais especial por saber que foi uma história verídica.
Há muito tempo que não lia um livro assim.
Aconselho vivamente.”
Gosto de Ti Livro
“Que livro FABULOSO!!!!!!!!!!
Adorei! Adorei mesmo!!! Uma história baseada em factos reais, contada de uma forma maravilhosa por Lesley Pearse, um ritmo excelente numa narrativa excelente!!”
Leituras da Bauny…
“Existem livros que nos marcam para sempre e este foi um deles. Lesley Pearse tem uma escrita emocionante e comovente e que nos faz querer mais e mais e capaz de nos levar às lágrimas.”
Os Devaneios da Jojo… Maré de Livros…
“Nunca Me Esqueças constitui uma leitura estimulante, que não se prende em futilidades nem devaneios desnecessários, e em que Lesley Pearse nos presenteia com uma grande lição de vida, luta e resistência que a cada momento nos inunda os sentidos e apela à reflexão.
Allays
“Este livro, confesso, surpreendeu-me bastante.
Acho que há muito tempo que não chorava tanto num livro, e o facto de saber que tudo isto é baseado numa história verídica torna tudo mais doloroso, sabermos que esta é uma história real, que a corajosa e inteligente Mary realmente existiu.”
A Magia das Palavras
“Adorei conhecer a história de Mary.
Uma mulher extraordinária, que passa pelas maiores adversidades, mas sempre cheia de carisma e de força.
Mas, para mim, o mais incrível de tudo é o seu papel dominante num tempo em que as mulher ‘ainda não tinham opinião’, numa época de submissão feminina (Século XVIII).
Uma vez que esta história se baseia em factos reais, é uma referência feminina e uma história de vida que ficará guardada na minha memória.”
Clube dos Leitores
“Trata-se de uma história apaixonante, baseado num caso verídico, mas muito romanceada. Excelente a maneira como Lesley Pearse nos relata a época, quer do ponto de vista social, histórico, legislativo... a aventura dos primeiros condenados ingleses que povoaram o território que é hoje a Austrália.”
EstáVento
“Nunca Me Esqueças é um romance inesquecível, onde o amor nos faz vibrar e acompanhamos Mary Broad na sua luta para sobreviver num mundo totalmente desconhecido para ela.”
Livreo
“Neste livro, Lesley Pearse explora as condições sub-humanas a que foram expostos os condenados ingleses deportados para a Austrália, baseando se na história verídica de Mary. Fá-lo através de uma escrita simples que consegue prender o leitor desde a primeira até à última página. No fim fica apenas um desejo de que Mary tenha tido efectivamente o seu final feliz. Por isto tudo, adorei o livro.”
Um Livro, Um Mundo
“Este livro é simplesmente lindo...
A história é envolvente, relata a vida de uma mulher muito corajosa, que por amor aos filhos e aos amigos consegue vencer todas as adversidades da vida.
Dei por mim muitas vezes com uma lágrima ao canto do olho ao ler o livro... talvez por andar muito sensível, pois tenho tido uma das minhas melhores amigas internada no IPO, e muitas vezes comparei a coragem da heroína do livro com a coragem da minha amiga.”
Academia dos Livros
“Foi o primeiro livro que li de Lesley Pearse, mas, com certeza não será o último tal foi o fascínio que me despertou a sua leitura.
Excelente!”
Karla Criações
“Esta é com certeza uma história que não merece ser esquecida. Relata factos verídicos sobre os primeiros anos de colonização da Austrália por parte dos Ingleses, como uma colónia penitenciária. Fiquei apaixonada pela vivacidade, coragem e força pela sobrevivência de Mary Broad. Grande mulher, mesmo depois de tudo por que passou.
Muito bom... :)
Boas Leituras (com esta, de certeza não se irão arrepender)!!”
Leituras and so on
“Mary Broad conquistou o meu coração assim como conquistou os corações dos outros e de toda a Inglaterra daquela altura quando a sua fuga foi divulgada nos jornais.
A escrita é bastante fluente e envolvente, o que ajudou a tornar a história ainda mais emocionante e comovente, de derramar as lágrimas!
Entrem no livro e sigam o rasto de Mary Broad, desta mulher fabulosa, que NUNCA DEVE SER ESQUECIDA!
Adorei!”
Mil Livros, Um Sonho
“Livro maravilhoso.
Adorei do princípio ao fim, uma autora sem dúvida a reter.
Por alguns momentos fui para à descoberta da Austrália, conquistei novos continentes.”
Livros ao Vento
“Acabei neste preciso momento de ler um livro, que talvez tenha sido dos melhores que já li até hoje. Nunca Me Esqueças de Lesley Pearse.
Aconselho o livro! É muito interessante, ao lermos parece que estamos a presenciar de perto todos os momentos que a personagem vive ao longo do livro. É um livro cheio de emoções fortes!”
Estrela
Como se chama o primeiro romance de Lesley Pearse publicado em Portugal?
Vencedores:
01 – Daniela Patrícia
10 – Joana Fátima Ferreira
25 – Ricardo Garcia
50 – Raquel Almeida
100 – Sara Celorico
Regras:
1 – Publicar o selinho no seu blogue, dizendo quem o indicou:
Obrigada A e B (Leituras de A a B).
2 – Responder a pergunta: Quem é que você acha que merece um grande abraço? Porquê?
Os visitantes do Chocolate para a Alma, porque sem eles este blogue não existiria.
Regras:
1 – Publicar o selinho no seu blogue, dizendo quem o indicou:
Obrigada A e B (Leituras de A a B), Jojo (Os Devaneios da Jojo) e Lia (Gosto de Ti Livro).
2 – Responder a pergunta: O que é uma verdadeira amizade para você?
Uma verdadeira amizade só existe quando temos alguém que está sempre presente, que nos apoia ou ajuda nos bons e maus momentos.
Obrigada A e B (Leituras de A a B), Tinkerbell (My Imaginarium) e Lia (Gosto de Ti Livro).
Obrigada Obrigada A e B (Leituras de A a B) e Lia (Gosto de Ti Livro).
Completar as seguintes frases:
Eu já... realizei alguns sonhos…
Eu nunca... fiz queda livre, mas quero experimentar!
Eu sei... que nada sei…
Eu quero... conhecer o mundo!
Eu sonho... acordada…
Ofereço estes selos aos blogues:
Como a Tinkerbell, do blogue My Imaginarium, tem dois exemplares de As Regras da Sedução, de Madeline Hunter, ela resolveu oferecer um deles.
Os detalhes do passatempo estão aqui.
Boa sorte!
Como se chama o primeiro romance de Lesley Pearse publicado em Portugal?
Envie a sua resposta para joanneharris@sapo.pt – e se estiver correcta e for a 1.ª, a 10.ª, a 25.ª, a 50.ª ou a 100.ª a chegar, ganha automaticamente um exemplar de Procuro-te, de Lesley Pearse, que a ASA tem para oferecer. A data limite é quinta-feira, dia 12 de Novembro.
Podem ir lendo os primeiros capítulos deste romance aqui.
Querida Daisy,
Sempre gostei de ter a última palavra, não gostei? Aqui sentada a escrever isto, preparando-me para o guardar na caixa com todas as recordações que juntei para ti ao longo dos anos, espero sinceramente que os médicos possam estar enganados no seu diagnóstico e que daqui a alguns anos possamos remexer as duas na caixa e rir-nos do que contém.
Mas, se não puder partilhar esse momento contigo, espero que ela te conforte pois foi criada com muito amor e as minhas pequenas notas, ainda que embaraçosas para mim agora, provam o que eu sentia nesse tempo.
Não há criança que tenha sido mais amada do que tu. A pura felicidade que eu e o teu pai sentimos quando nos foste entregue ainda hoje, depois destes anos todos, me causa um nó na garganta. Essa felicidade foi quase certamente a razão por que, cinco anos mais tarde, consegui conceber os gémeos quando nos tinham dito que seria impossível.
Encheste as nossas vidas de felicidade, depois de muitos anos de decepção, e sempre tivemos um grande orgulho
Com todo o meu amor,
Mamã
Leia os primeiros capítulos de Procuro-te, de Lesley Pearse, aqui.
as vidas privadas de pippa lee
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