Quarta-feira, 30 de Setembro de 2009

 

 

 



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Terça-feira, 29 de Setembro de 2009

 

 

De que porto partiu o Kaisar-i-Hind, que levou as protagonistas até à Índia?

Do porto de Tilbury.

Vencedores:

01 – Célia Marteniano

10 – Daniela Maciel

25 – Mariana de Oliveira Malhão

50 – Helena Patrício

100 – Sónia Alexandra Braga



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Segunda-feira, 28 de Setembro de 2009

 

Regras:

1 – Agradecer ao blogue que ofereceu o selinho:

Obrigada, Ana (Livros, o Meu Vício), Vera (My Imaginarium) e Páginas Desfolhadas!

 

2 – Indicar nove blogues para receber o selinho:

As Leituras da Maggie

Vidas Desfolhadas

Chá da Meia-Noite

Declaro-me… Sonhadora!

Uma Biblioteca Aberta

Conta-me Histórias

Viajar pela Leitura

Livros e Outras Coisas

Sombra dos Livros

 

3 – Nove características minhas:

– Carinhosa

– Bem-disposta

– Simpática

– Sensível

– Gulosa

– Preguiçosa

– Sabichona

– Mimada

– Optimista

 

4 – O meu doce preferido:

É fácil – chocolate!

 

Actualização no dia 15 de Outubro: Obrigada, Lia (Gosto de Ti Livro), por este selinho.


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Quinta-feira, 24 de Setembro de 2009

 

A Leste do Sol é sobre três mulheres e os seus pontos de vista distintos. Como lhe ocorreu contar a história destas mulheres? Baseou-se em mulheres reais?

Sempre fui fascinada pela Índia. Quando era criança, a minha família arrendava o andar de cima de uma grande e gelada casa de campo no Hampshire que pertencia a uma mulher chamada Mrs. Smith-Pearse. Ela tinha ido para a Índia aos dezoito anos, fazendo parte da Frota Pesqueira [nome que era dado às mulheres enviadas para a Índia para casar com oficiais britânicos], casara, vivera lá durante cerca de trinta anos e tinha regressado recentemente a Inglaterra. Eu tinha cinco anos quando nos conhecemos; ela sessenta. Eu adorava tudo nela: os tweeds gastos, as gargalhadas que pareciam grasnidos, as histórias maravilhosas sobre cobras na casa de banho, caçadas a tigres com marajás, viagens de três dias em póneis até Simla. Eu seguia-a como uma sombra e, às vezes, ela deixava-me vestir pequenos saris de seda, túnicas que cheiravam a especiarias e salwar kameeze que saíam magicamente do baú madrepérola dela.

A minha outra influência foi Violet, a mãe do meu marido, mais uma que pertenceu à Frota Pesqueira, e que adorou a Índia, tendo ficado com saudades para sempre. Estas mulheres incendiaram a minha imaginação, mas nenhuma das minhas personagens em A Leste do Sol é fielmente baseada nelas. O meu objectivo foi dar vida a três jovens mulheres bastante diferentes e imaginar o terror e a excitação que sentiam ao serem enviadas para o outro lado do mundo, muitas vezes sem irem acompanhadas, para encontrar maridos. Queria mostrar a velocidade louca com que algumas delas casavam, pensar na humilhação quando falhavam e tinham de ser enviadas de volta. Enquanto mercado para casamentos, o sistema deixava muito a desejar.

 

Rose e Tor chegaram à Índia com tudo o que precisavam para festas e eventos sociais, mas com poucas informações práticas. Construir casamentos e vidas deve ter sido difícil, especialmente num território pouco familiar. Baseada na sua pesquisa, quais eram os maiores desafios com que as mulheres se deparavam ao chegar à Índia? Como ultrapassavam os obstáculos?

Para as jovens, o desafio imediato – poucas vezes tornado público ou reconhecido – era arranjar um homem. Para isso, era preciso conhecer as pessoas certas, ir a festas e a jogos de pólo, encaixar num grupo de pessoas bastante reduzido, fechado e muitas vezes assustado. Muita diversão à superfície, mas as regras eram claras: tinham de se submeter, ter boa aparência, vestir-se bem e não dizer nada que pudesse assustar os “cavalos”. Sabichonas e excêntricas não eram toleradas. A própria Índia constituía outro desafio. Para algumas mulheres foi amor à primeira vista, enquanto outras odiaram-na: os cheiros, a pobreza, o calor, a sensação de se ter sido desligada da Europa.

O casamento trouxe um novo conjunto de problemas e a consciência de que a Índia que podia trazer tantas alegrias também reclamava a sua parte. Mrs. Smith-Pearse, a minha heroína de infância, falava da agonia de enviar crianças para Inglaterra para serem educadas.

“Era a decisão mais difícil de todas: marido ou filho.”

Apaixonada pela enfermagem – tinha servido com distinção em França, em 1917 –, ela apenas era autorizada a ter algumas clínicas em aldeias, na Índia. As pessoas franziam o sobrolho a memsahibs [nome dado na Índia a senhoras europeias] que trabalhavam.

Outras mulheres do Raj contaram-me histórias de partos que correram mal, do enterro de crianças, de moscas e do calor e de cobras, de maridos alcoólicos ou que fugiram. Tudo isto fez com que, em A Leste do Sol, estivesse determinada a não construir as minhas personagens femininas como caricaturas de mensahibssnobs preconceituosas. Algumas eram mulheres maravilhosas; outras mereciam o nosso desprezo, mas a maioria não.

 



publicado por Rita Mello às 14:47 | link do entrada | comentar | ver comentários (2) | favorito
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Segunda-feira, 21 de Setembro de 2009

 

Leia os primeiros capítulos de A Leste do Sol, de Julia Gregson, e responda a esta questão:

De que porto partiu o Kaisar-i-Hind, que levou as protagonistas até à Índia?

Envie a sua resposta para joanneharris@sapo.pt – e se estiver correcta e for a 1.ª, a 10.ª, a 25.ª, a 50.ª ou a 100.ª a chegar, ganha automaticamente um exemplar de A Leste do Sol, de Julia Gregson, que a ASA tem para oferecer. A data limite é sexta-feira, dia 25 de Setembro.

Pode ler os primeiros capítulos do livro aqui.



publicado por Rita Mello às 15:41 | link do entrada | comentar | ver comentários (5) | favorito
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Quinta-feira, 17 de Setembro de 2009

 

Irmãs de Sangue, de Stephanie e Barbara Keating é um livro envolvente que conta a história de uma amizade de infância que dura para a vida toda. (…) Para quem gosta de uma boa história de amor e amizade com um excelente enquadramento geográfico e histórico. Para quem, como eu, tem a curiosidade e a vontade de conhecer África, faz-nos sentir o sol quente, a terra vermelha, o misticismo das tribos, os sons da natureza, dos animais... Recomendo muito.
Planeta Márcia

 

É um livro maravilhoso! Adorei ser transportada para o Quénia, para as suas planícies grandiosas, e as suas riquezas animais e culturais. A história de fundo, rica por si só, está muito bem integrada no espaço temporal, fiel aos acontecimentos da época e ao nascimento dessa nação. Longe de ser considerada "apenas" mais uma linda história de amor e amizade, é sem dúvida um relato muito realista da vida de três raparigas, de origens diferentes, cuja amizade de infância se arrasta ao longo dos tempos de mudança e é posta à prova na caminhada da vida. Grandioso, é a palavra que me ocorre para descrevê-lo!
O Vento Debaixo das Minhas Asas

 

Muito Bom!!! Pode ficar-se assustada com o tamanho do livro (tem 670 páginas), mas depois de começar a ler, não mais se quer parar!!! Uma leitura a não perder!!!
Livros, O Meu Vício

 

Aconselho vivamente a quem é um apaixonado por África, pois as escritoras relatam-nos uma África cheia de esplendor. É de facto um romance fascinante.
Vitorina’s Place

 

Aconselho vivamente  a quem é um apaixonado por África, pois as escritoras relatam-nos uma África cheia de esplendor. É de facto um romance fascinante.
Pedaços de Mim



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Quarta-feira, 16 de Setembro de 2009

 

 

Carla Ribeiro:

É o fogo da savana nas terras dos ancestrais, os ritos primordiais onde o passado abraça o presente, o chamado do desconhecido que arde no ventre do mundo. África chama de mais longe que o tempo... e vale a pena responder.

 

Maria Sousa:

Nasci nesse continente: o sangue que corre nas minhas veias faz palpitar o meu coração sobre as estepes selvagens e imensas, onde o calor derrete o gelo da indiferença e se prolonga num eterno sorriso de alegria.

 

Alexandra Dias da Silva:

África é som de raízes, de onde nasci, de onde deixei a minha alma;

África é cheiro a calor, a cores fortes, a sabores doces;

África é sensação de liberdade, de natureza, de aventura;

África é uma visão diferente de alegria e amor.

África é o sabor que nunca esqueci....

 

Eulália Cunha:

O sangue corre mais rápido e sinto-o a ferver,

Os cheiros invadem-me e tenho vontade de me perder,

Nesse ancestral continente onde tudo pode acontecer,

África é um fogo eterno que o meu coração teima em manter!

 

Márcia Balsas:

África é o “Continente-Berço”, a nascente de vida, a natureza em bruto. Visualizo as paisagens nos meus sonhos de viajante, do vermelho ardente do pôr-do-sol, ao amarelo-torrado da savana até às brancas neves eternas. Sinto que depois de conhecer África, de sentir o pulsar da mãe-natureza, de abraçar a multiplicidade cultural e viver inúmeras experiências sensoriais, trarei um pouco desse mundo sempre comigo. Senti-me transportada para essas paragens com o livro Irmãs de Sangue e anseio pelo regresso, pela viagem marcante que Um Fogo Eterno vai deixar em mim.



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Segunda-feira, 14 de Setembro de 2009

 

Quénia, 1957. Durante a infância, três meninas de meios sociais muito diferentes tornam-se irmãs de sangue: a irlandesa Sara Mackay, a africânder Hanna van der Beer e a britânica Camilla Broughton-Smith juram que nada nem ninguém quebrará o laço que as une. Mas o que o futuro lhes reserva vai pôr à prova os seus sonhos e certezas.

Separadas pela distância e pelas obrigações familiares, as três jovens são atiradas para um mundo de interesses em conflito. Camilla alcança o sucesso como modelo na animada Londres da década de 1960; Sarah Mackay é enviada para a universidade na sua Irlanda natal, uma experiência penosa que apenas fortalece a sua determinação em voltar para África; a família de Hannah van der Beer esforça-se para manter a fazenda que os seus antepassados africânderes erigiram na viragem do século. Os seus laços serão constantemente postos à prova e, a par do exotismo de África, a sua amizade será pano de fundo para interesses amorosos cruzados e promessas quebradas.


Uma história sobre amizade, crescimento e a difícil transição dos ideais inocentes da infância para as exigências da vida adulta.



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“Um grandioso e perfeito romance de entretenimento. As irmãs Keating vivem em países diferentes, mas escrevem como se fossem uma só pessoa.”
The Times

 

“Uma saga apaixonante, extraordinariamente bem escrita… É o tipo de livro que lemos à noite sob a luz da lanterna e debaixo dos cobertores.”
Daily Mail

 

“Contar a história da passagem de uma pessoa para a idade adulta pode ser uma tarefa bastante difícil. Pegar em três personagens, deixá-las crescer, e dar origem a uma tão apaixonante saga de romance, traição, crime e triunfo é um feito notável.”
Waikato Times

 

“Britânicas de nascimento, Barbara e Stephanie Keating passaram a juventude no Quénia e construíram esta história fascinante escrita a quatro mãos a partir da sua própria experiência.”
GQ



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Quinta-feira, 10 de Setembro de 2009


publicado por Rita Mello às 15:32 | link do entrada | comentar | ver comentários (2) | favorito
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Parecia que estava tudo dito sobre o passado da Alemanha até que Bernhard Schlink escreveu O Leitor, que se converteu rapidamente num bestseller mundial. Agora, neste seu novo livro, o autor demonstra-nos que tão-pouco está tudo dito sobre o amor.

Um casal de Berlim Oriental recorre à traição com o objectivo de salvar o casamento. Um estudante alemão em Nova Iorque apela a meios pouco convencionais para demonstrar o seu amor por uma judia americana. Um ex-progressista aburguesado vive entre os trilhos sinuosos do seu casamento liberal. Em todas as histórias, o amor como atracção e fuga: os desejos reprimidos, os mal-entendidos involuntários, a infidelidade fruto do desespero, a força inexorável dos costumes e o peso da culpa.

Como nasce e termina o amor, que subterfúgios são usados para iludir e desiludir? Em O Outro Homem e Outras Histórias, Schlink oferece-nos sete histórias de amor em que todos os protagonistas são, de algum modo, vítimas da sua época, uma geração urbana desorientada que cai uma e outra vez nas armadilhas do seu próprio passado.

O Outro Homem foi adaptado para o cinema, num filme realizado por Richard Eyre, protagonizado por Liam Neeson, Antonio Banderas e Laura Linney.



publicado por Rita Mello às 15:32 | link do entrada | comentar | favorito
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“Profundo, elegante e poderoso… Tão memorável como O Leitor.”
The
Washington Post

 

“Uma colectânea excepcional.”
The Wall Street Journal


“Poderoso e elegantemente construído.”
The New York Times


“Estamos perante uma antologia preciosa, a ser comprada e lida sem
hesitações.”
O Independente



publicado por Rita Mello às 15:28 | link do entrada | comentar | favorito
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Quarta-feira, 9 de Setembro de 2009

 

 

Qual o apelo que África tem para si?

Responda de forma criativa a esta questão e habilite-se a ganhar um dos cinco exemplares de Um Fogo Eterno, de Barbara e Stephanie Keating, que a ASA tem para lhe oferecer. 

A frase terá de ser enviada até domingo, dia 13 de Setembro, para joanneharris@sapo.pt

Pode também ler os primeiros capítulos do romance aqui.



publicado por Rita Mello às 16:45 | link do entrada | comentar | favorito
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Quénia, Setembro de 1970


Nunca mais voltaria. Apesar desta promessa, feita a si mesma, foi incapaz de refrear a sua excitação quando o avião começou a mergulhar através de castelos de nuvens em direcção à terra ressequida. Fechou os olhos e desviou a cabeça da janela, não fosse ela distorcer, de algum modo, o seu primeiro vislumbre do país. Depois sentiu o baque do impacto e, mais tarde, Edward estendeu a mão para ajudá-la a levantar-se do assento. Soou uma pancada quando a pesada porta se abriu e Camilla, pela primeira vez, inalou vagarosamente, saboreando a inconfundível fragrância de África e deixando que a boca e os pulmões se enchessem desse gosto familiar.

A pista era como uma miragem no calor tremeluzente. Diante deles, estendia-se o vidro e o betão dos edifícios do aeroporto de Nairobi, mas ela mal reparou neles. O seu olhar devorava as planícies crestadas para lá da vedação de segurança, o azul despojado do céu matinal, as copas planas dos espinheiros, o remoinho de pó à passagem de uma carrinha por um caminho de terra batida em direcção à estrada principal para a cidade. As lágrimas turvavam-lhe a visão enquanto descia a escada do avião atrás de Edward, pousando cautelosa e lentamente os pés, como uma peregrina, no solo queniano. Passara tanto tempo e cada ano, num certo sentido, uma vida inteira. E agora regressava pelas razões erradas, mas não fazia diferença porque estava ali.

Tinham acordado com a companhia aérea que não haveria entrevistas com a comunicação social e ela sentiu-se aliviada quando foram acompanhados através da pista do aeroporto para um salão privado. As formalidades de entrada não se tinham alterado. Sentiu a irritação de Edward enquanto esperava que os passaportes fossem carimbados, transmitindo o peso do corpo ora a um pé, ora a outro. Ele odiava a burocracia. O agente de imigração parecia enfadado e carrancudo ao ler os passaportes de uma ponta à outra, fazendo Camilla sentir-se uma criminosa. Ou uma fugitiva cujo disfarce era necessário desmascarar. Olhou para ele, profundamente aborrecida e um pouco receosa. Sentia dores de cabeça e tentou ignorar a tremura de ansiedade no estômago. O homem franziu a testa, alargando por um momento as narinas do seu nariz largo, ao erguer os olhos para ela, e depois retomou o folhear lento do passaporte. Finalmente, levantou um carimbo de borracha da almofada e, com uma pancada, carimbou os vistos. Camilla preparava-se para se afastar quando, de súbito, ele lhe sorriu, o seu rosto negro refulgindo numa visão de dentes brancos e olhos divertidos.

– Bem-vindos a Nairobi. Desejo-vos uma boa estadia.

Apareceu um bagageiro com as malas deles e seguiram-no até à zona da alfândega. Um casal indiano estava junto de um balcão de inspecção, a mulher estóica e muda, o marido discutindo efusivamente. As gengivas e dentes dele estavam tingidos de vermelho de mascar noz de areca e formou-se-lhe espuma no canto da boca. A mulher suspirou e cobriu o cabelo comprido com o sari. O funcionário da alfândega estava a revistar-lhes toda a bagagem, recusando-se a olhá-los nos olhos ou a atender as suas explicações suplicantes. Com cinco malas, iam demorar-se por ali muito tempo. Era evidente que também isto não mudara muito. Camilla sentiu uma ponta de compaixão por eles quando um membro do pessoal do aeroporto chegou para a conduzir noutra direcção. Ela sentiu a mão de Edward por baixo do cotovelo, ao transporem uma porta lateral que dizia «Entrada Reservada ao Pessoal» para um parque de estacionamento privado no exterior.

Viu Sarah imediatamente. Correram uma para a outra e abraçaram-se em silêncio, afastando-se para se estudarem mutuamente e se abraçarem de novo.


Pode ler os primeiros capítulos de Um Fogo Eterno, de Barbara e Stephanie Keating, aqui.



publicado por Rita Mello às 16:30 | link do entrada | comentar | favorito
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Terça-feira, 8 de Setembro de 2009

 

 

Três mulheres em busca de amor e redenção, na apaixonante sequela de Irmãs de Sangue

 

Hannah, Sarah e Camilla partilharam uma infância mágica e feliz no Quénia. Anos depois, as três jovens mulheres regressam às terras altas da África Oriental e àquele que é agora um país independente.

Hannah luta para preservar a sua memória na fazenda Langani, alvo de uma série de ataques violentos que ameaçam a sua segurança e casamento. Sarah está a estudar o comportamento dos elefantes numa zona perigosa devido à acção de caçadores furtivos, refugiando-se no trabalho para superar a morte do seu amor de infância. Camilla, um ícone mundial da moda, abandona a sua carreira em Londres e regressa ao Quénia por amor a um carismático caçador e guia de safáris.

Mas um segredo paira sobre elas. Com a ajuda de um ambicioso jornalista indiano, elas vão desvendar a verdade por detrás da morte do noivo de Sarah e dos constantes ataques à fazenda e às suas vidas. As paixões e provações por que passam estas inesquecíveis heroínas, unidas uma vez mais pela amizade e pelo amor ao país das suas infâncias, fazem de Um Fogo Eterno um romance épico e magnífico.

 

 

“Ler Um Fogo Eterno é como estar sentado numa varanda com um gin tónico na mão a contemplar o pôr-do-sol em África.”

The Times



publicado por Rita Mello às 12:25 | link do entrada | comentar | ver comentários (3) | favorito
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