Terça-feira, 17.07.12

 


Para além de Noites de Jasmim, que romance de Julia Gregson foi já publicado pela ASA?

Reposta: A Leste do Sol

 

Vencedoras:

138 – Vera Dantas

291 – Joana Pereira

642 – Inês Teixeira


Parabéns às vencedoras e obrigada a todos os participantes!



publicado por Rita Mello às 10:08 | link do entrada | comentar | favorito
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Sexta-feira, 13.07.12



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Terça-feira, 29.09.09

 

 

De que porto partiu o Kaisar-i-Hind, que levou as protagonistas até à Índia?

Do porto de Tilbury.

Vencedores:

01 – Célia Marteniano

10 – Daniela Maciel

25 – Mariana de Oliveira Malhão

50 – Helena Patrício

100 – Sónia Alexandra Braga



publicado por Rita Mello às 14:16 | link do entrada | comentar | ver comentários (3) | favorito
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Quinta-feira, 24.09.09

 

A Leste do Sol é sobre três mulheres e os seus pontos de vista distintos. Como lhe ocorreu contar a história destas mulheres? Baseou-se em mulheres reais?

Sempre fui fascinada pela Índia. Quando era criança, a minha família arrendava o andar de cima de uma grande e gelada casa de campo no Hampshire que pertencia a uma mulher chamada Mrs. Smith-Pearse. Ela tinha ido para a Índia aos dezoito anos, fazendo parte da Frota Pesqueira [nome que era dado às mulheres enviadas para a Índia para casar com oficiais britânicos], casara, vivera lá durante cerca de trinta anos e tinha regressado recentemente a Inglaterra. Eu tinha cinco anos quando nos conhecemos; ela sessenta. Eu adorava tudo nela: os tweeds gastos, as gargalhadas que pareciam grasnidos, as histórias maravilhosas sobre cobras na casa de banho, caçadas a tigres com marajás, viagens de três dias em póneis até Simla. Eu seguia-a como uma sombra e, às vezes, ela deixava-me vestir pequenos saris de seda, túnicas que cheiravam a especiarias e salwar kameeze que saíam magicamente do baú madrepérola dela.

A minha outra influência foi Violet, a mãe do meu marido, mais uma que pertenceu à Frota Pesqueira, e que adorou a Índia, tendo ficado com saudades para sempre. Estas mulheres incendiaram a minha imaginação, mas nenhuma das minhas personagens em A Leste do Sol é fielmente baseada nelas. O meu objectivo foi dar vida a três jovens mulheres bastante diferentes e imaginar o terror e a excitação que sentiam ao serem enviadas para o outro lado do mundo, muitas vezes sem irem acompanhadas, para encontrar maridos. Queria mostrar a velocidade louca com que algumas delas casavam, pensar na humilhação quando falhavam e tinham de ser enviadas de volta. Enquanto mercado para casamentos, o sistema deixava muito a desejar.

 

Rose e Tor chegaram à Índia com tudo o que precisavam para festas e eventos sociais, mas com poucas informações práticas. Construir casamentos e vidas deve ter sido difícil, especialmente num território pouco familiar. Baseada na sua pesquisa, quais eram os maiores desafios com que as mulheres se deparavam ao chegar à Índia? Como ultrapassavam os obstáculos?

Para as jovens, o desafio imediato – poucas vezes tornado público ou reconhecido – era arranjar um homem. Para isso, era preciso conhecer as pessoas certas, ir a festas e a jogos de pólo, encaixar num grupo de pessoas bastante reduzido, fechado e muitas vezes assustado. Muita diversão à superfície, mas as regras eram claras: tinham de se submeter, ter boa aparência, vestir-se bem e não dizer nada que pudesse assustar os “cavalos”. Sabichonas e excêntricas não eram toleradas. A própria Índia constituía outro desafio. Para algumas mulheres foi amor à primeira vista, enquanto outras odiaram-na: os cheiros, a pobreza, o calor, a sensação de se ter sido desligada da Europa.

O casamento trouxe um novo conjunto de problemas e a consciência de que a Índia que podia trazer tantas alegrias também reclamava a sua parte. Mrs. Smith-Pearse, a minha heroína de infância, falava da agonia de enviar crianças para Inglaterra para serem educadas.

“Era a decisão mais difícil de todas: marido ou filho.”

Apaixonada pela enfermagem – tinha servido com distinção em França, em 1917 –, ela apenas era autorizada a ter algumas clínicas em aldeias, na Índia. As pessoas franziam o sobrolho a memsahibs [nome dado na Índia a senhoras europeias] que trabalhavam.

Outras mulheres do Raj contaram-me histórias de partos que correram mal, do enterro de crianças, de moscas e do calor e de cobras, de maridos alcoólicos ou que fugiram. Tudo isto fez com que, em A Leste do Sol, estivesse determinada a não construir as minhas personagens femininas como caricaturas de mensahibssnobs preconceituosas. Algumas eram mulheres maravilhosas; outras mereciam o nosso desprezo, mas a maioria não.

 



publicado por Rita Mello às 14:47 | link do entrada | comentar | ver comentários (2) | favorito
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Segunda-feira, 21.09.09

 

Leia os primeiros capítulos de A Leste do Sol, de Julia Gregson, e responda a esta questão:

De que porto partiu o Kaisar-i-Hind, que levou as protagonistas até à Índia?

Envie a sua resposta para joanneharris@sapo.pt – e se estiver correcta e for a 1.ª, a 10.ª, a 25.ª, a 50.ª ou a 100.ª a chegar, ganha automaticamente um exemplar de A Leste do Sol, de Julia Gregson, que a ASA tem para oferecer. A data limite é sexta-feira, dia 25 de Setembro.

Pode ler os primeiros capítulos do livro aqui.



publicado por Rita Mello às 15:41 | link do entrada | comentar | ver comentários (5) | favorito
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Sexta-feira, 04.09.09


LONDRES, SETEMBRO DE 1928

 

Jovem adulta responsável, vinte e oito anos, gosta de crianças, conhece a Índia, oferece-se como dama de companhia de Tilbury até Bombaim em troca de meio bilhete.

 

Viva Holloway achou que era magia quando, tendo pago três xelins e seis pence para que o seu anúncio aparecesse na edição mais recente da The Lady, cinco dias depois deu por si no restaurante Derry & Toms, em Londres, à espera da sua primeira cliente, Mrs. Jonti Sowerby de Middle Wallop, em Hampshire.

Para a entrevista, Viva vestira não a habitual mistura de sedas emprestadas e peças de saldos, mas o fato cinzento de tweed que abominava mas que usara durante o trabalho temporário como dactilógrafa. O seu cabelo – espesso e escuro, com tendência para o indisciplinado – fora humedecido e apanhado num pequeno rolo.

Entrou no ambiente senhorial do salão de chá, onde um pianista tocava uma melodia frívola. Uma mulher pequena e delgada como uma ave, usando um extraordinário chapéu azul (uma espécie de gaiola com uma plumagem azul espetada atrás) levantou-se para a cumprimentar. Ao seu lado estava uma jovem roliça e silenciosa que, para considerável espanto de Viva, Mrs. Sowerby apresentou como sendo a sua filha Victoria.

Estavam as duas rodeadas por um mar de embrulhos. Foi sugerida uma chávena de café, mas, infelizmente, nada de bolo. Viva não comia desde o pequeno-almoço e havia um bolo de noz de aspecto delicioso, juntamente com alguns scones, sob a cúpula de vidro no balcão.

– Ela parece muito jovem – queixou-se imediatamente Mrs. Sowerby à filha, como se Viva não estivesse ali.

– Mãezinha – protestou Victoria numa voz estrangulada e, quando a rapariga se virou para olhar para ela, Viva reparou que tinha uns olhos maravilhosos: enormes e de um invulgar azul-escuro quase como o de uma centáurea. Desculpe, não consigo evitar isto, diziam.



publicado por Rita Mello às 14:24 | link do entrada | comentar | ver comentários (2) | favorito
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Quarta-feira, 02.09.09

 

Vencedor do Prémio Romantic Novel of the Year 2009

 

Outono de 1928. Três jovens inglesas partem no navio Kaisar-i-Hind com destino a Bombaim, na Índia. No seu íntimo, acalentam o sonho de começar uma nova vida, longe dos espartilhos morais da rígida sociedade inglesa. Viva Holloway é uma jovem aspirante a escritora em busca da Índia da sua infância. Para poder empreender a viagem, aceita ser dama de companhia da bela e ingénua Rose, que se prepara para casar com um oficial britânico que mal conhece. A acompanhá-las está também Victoria, dama de honor de Rose e sua melhor amiga, que anseia por se libertar do jugo de uma mãe dominadora.

Todas elas têm uma boa razão para deixar a pátria, mas será que estão preparadas para o que as espera?

Num mundo em transformação, três mulheres lutam contra as normas decorrentes da sua condição feminina. Das festas requintadas onde se reúne a nata da sociedade inglesa ao dia-a-dia da vida colonial, é-nos brilhantemente desvendado todo o mistério da Índia e o choque cultural entre Ocidente e Oriente.



publicado por Rita Mello às 16:27 | link do entrada | comentar | ver comentários (3) | favorito
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“Envolvente… Um livro de leitura compulsiva.”
Publishers Weekly

 

 

“Um romance elegantemente escrito e com personagens inesquecíveis.”
The Lady

 

“Apaixonante.”
Daily Express

 

“Maravilhosamente escrito.”
Country Life

 

“Impossível de pousar… Uma obra calorosa, encantadora e magistralmente escrita.”
Australian Women’s Weekly



publicado por Rita Mello às 16:27 | link do entrada | comentar | favorito
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Julia Gregson trabalhou em diversas revistas femininas no Reino Unido e Estados Unidos, tendo também sido correspondente na Índia e no Vietname. Para além de Noites de Jasmim, na ASA está já publicado o seu romance A Leste do Sol, que vendeu mais de 500 mil exemplares em todo o mundo e venceu, em 2009, o Prémio para o Melhor Livro Romântico do Ano, atribuído pela Romantic Novelists’ Association. Os direitos de adaptação desta obra foram também adquiridos para o cinema e a televisão.

 

Para mais informações sobre a autora consulte o site juliagregson.net



publicado por Rita Mello às 16:26 | link do entrada | comentar | favorito
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Segunda-feira, 31.08.09

 

 



publicado por Rita Mello às 11:19 | link do entrada | comentar | ver comentários (1) | favorito
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