Sexta-feira, 15.10.10

 

 

Como se chama o primeiro romance de Kate Jacobs publicado pela ASA?

Resposta: O Clube de Tricô de Sexta à Noite

 

01 – Dinis Figueiredo

25 – Alda Maria Geraldes

50 – Lia Silva

75 – Cristiana Luísa Vítor Pancadares

100 – Natacha Filipa Fidalgo Nogueira


Parabéns aos vencedores e obrigada a todos os participantes!



publicado por Rita Mello às 10:16 | link do entrada | comentar | ver comentários (2) | favorito
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Quinta-feira, 23.04.09

  



publicado por Rita Mello às 09:50 | link do entrada | comentar | favorito
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Terça-feira, 03.02.09

O tricô está em alta! Uma antiga tradição recuperada tanto por estrelas de cinema e adolescentes como por mulheres com carreiras de sucesso. Há algo de extremamente relaxante e aliviador do stress no som de agulhas a tricotar – até conseguimos sentir a tensão no cérebro a desvanecer.

 
O meu objectivo com o romance foi o de fornecer uma pausa relaxante às leitoras partilhando o mundo imaginário da Walker & Filha, uma loja de lã aninhada no movimentado Upper West Side de Nova Iorque. É aí que as leitoras podem pôr de lado as suas preocupações, desfrutando da companhia da Georgia Walker, uma mãe solteira e a dona da loja, a sua jovem filha Dakota, a amiga Anita, que é como se fosse a avó da família, e um punhado de mulheres inteligentes, divertidas e duras, que compõem O Clube de Tricô de Sexta à Noite.
 
Acima de tudo, encaro este romance como se fosse uma história de relações; o tricô serve como uma metáfora para a vida e o clube como um fio condutor para aproximar um grupo bastante diferente de personagens, cada uma com as suas próprias esperanças e desafios. Quando se está numa cidade tão grande e movimentada como Nova Iorque, é muito fácil perdermo-nos na multidão. E é, desta forma, que a loja de lãs se torna, para cada uma das personagens, num lugar de tranquilidade. Elas sabem que podem simplesmente inspirar profundamente e deitar tudo cá para fora quando lá estão. Todas nós precisamos de um lugar assim, de um grupo de amigas ao virar da esquina. E assim, inspirei-me em algumas experiências pessoais bastante enriquecedoras, uma vez que tive a sorte de ter, na minha vida, amigas assim. Por exemplo, ainda me dou muito bem com o mesmo grupo de raparigas com quem me dava na minha antiga escola na pequena cidade canadiana de onde sou oriunda. E ainda me dou também com o mesmo grupo de mulheres que conheci quando trabalhava na Redbook. Tornou-se difícil encontrarmo-nos todas porque vivemos longe umas das outras, mas ainda encaramos os nossos encontros como uma prioridade. Porquê? Porque a verdadeira amizade é algo raro e que temos de estimar. Por isso, quando me sentei em frente ao computador e me pus a escrever este romance, peguei em todas estas coisas – a riqueza das relações de amizade na minha vida, a recordação das minhas avós tricotadeiras e o meu amor por Nova Iorque – para construir aquilo que espero que seja o mundo caloroso e acolhedor de O Clube de Tricô de Sexta à Noite.
 
Espero que dêem uma vista de olhos.

 



publicado por Rita Mello às 16:50 | link do entrada | comentar | ver comentários (2) | favorito
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Segunda-feira, 02.02.09

Para quem foi contagiada pela febre do tricô, deixo aqui algumas sugestões de blogues e sites, onde podem transformar esta paixão numa forma de convívio à boa maneira de O Clube de Tricô de Sexta à Noite:

www.walkeranddaughter.com

www.ravelry.com

http://tricotadeirasdeoeiras.blogspot.com

http://groups.yahoo.com/group/tricot_porto

http://tricotadeira.wordpress.com

http://aervilhacorderosa.com

www.microrevolt.org

http://tricotseixal.wordpress.com


publicado por Rita Mello às 16:48 | link do entrada | comentar | ver comentários (2) | favorito
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Quinta-feira, 29.01.09

ABERTA DE TERÇA A SÁBADO, DAS 10H00 ÀS 20H00. NÃO HÁ EXCEPÇÕES!

 
O horário da WALKER & FILHA: TRICOTADEIRAS destacava-se em letras multicolores num duplo painel branco bem posicionado, no cimo do patamar das escadas, mas Georgia Walker — normalmente preocupada em fechar a caixa e apanhar as pontas de lã soltas espalhadas pelo chão — raramente se dirigia para a porta para a fechar à chave antes das 20h15… e muitas vezes mais tarde.
 
Sentava-se antes no seu banco ao balcão, desligando do ruído do tráfego na movimentada Broadway de Nova Iorque, em baixo, reflectindo sobre as vendas do dia ou preparando-se para a aula de tricô para principiantes que dava todas as tardes a donas de casa desejosas de alguma marca aparente de genuína maternidade. Fazia contas com o lápis e o papel e suspirava (o negócio prosperava, mas podia ser sempre melhor); ia puxando pelos compridos caracóis castanhos. Era um velho hábito de que nunca se tinha libertado e muitas vezes, no fim de cada dia, ficava com a franja espetada. Assim que a escrita estava em ordem, alisava o cabelo, sacudia dos jeans e da camisola macia de lã quaisquer restos de borracha, o rosto ligeiramente pálido da concentração e da falta de sol, e levantava-se do alto dos seus 1,80 m (graças aos saltos de 7,5 cm das suas bem gastas botas de cowboy em couro castanho, de que nunca se desfez, vendo-as entrar e sair de moda ao longo do tempo).
 
Caminhava lentamente pela loja, passando ao de leve as mãos pelas pilhas de lã, meticulosamente separadas por cor — desde o verde lima ao verde-claro, passando pela cor de ferrugem, vermelho morango, azul cobalto, azul Wedgwood, laranja forte, âmbar, e fila atrás de fila de cinzas, cremes, pretos e brancos. O fio variava entre o extraordinariamente felpudo e macio ao áspero e nodoso e todo ele lhe pertencia. E a Dakota também, claro. Dakota, que aos doze anos ignorava frequentemente as instruções da mãe, adorava trocar os olhos escuros e divertir-se ao ver o aspecto desfocado das cores a dissolverem-se umas nas outras, um arco-íris a fundir-se.
 
Dakota era a mascote da loja, uma das suas principais consultoras de cor («mais reflexos!») e já, francamente, uma tricotadeira de altíssima qualidade. Georgia notava a rapidez com que a filha realizava as suas obras, como estava a tornar-se exigente em relação à tensão das malhas. Já em mais do que uma ocasião, Georgia surpreendera-se ao ver a filha, que já não era assim tão pequena como isso, abordar uma cliente e dizer com confiança: — Ah, deixe que eu ajudo. Veja, pega-se neste gancho de croché e rectifica-se o erro… — A loja era um projecto em curso; Dakota era a única obra que ela sabia ter conseguido com sucesso.
 
Continue a ler O Clube de Tricô de Sexta à Noite aqui.


publicado por Rita Mello às 11:29 | link do entrada | comentar | favorito
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Quarta-feira, 28.01.09

 

“Uma história bonita com um final surpreendente.”
Marcador de Livros
 
“Simplesmente Fantástico.”
PeleMacia
 
“Uma magnífica história de mulheres… Um livro que dá para reflectir, rir e talvez até chorar (para alguns, eu não choro facilmente). Um bom livro.”
Daqui prá frente só há dragões…


publicado por Rita Mello às 14:57 | link do entrada | comentar | favorito
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O tricô voltou a ser bastante popular. O que acha que está por detrás desta nova moda?
Desde adolescentes a estudantes universitárias, passando por mulheres com carreiras e novas mães, há todo um grupo de pessoas a aderir ao mundo “avozinha chic”. Uma parte é ironia, outra nostalgia pelos “bons velhos tempos”. Além disso, tricotar é uma actividade que aproxima as pessoas. Todos nós queremos fazer amizades. E esse aspecto é muito importante; uma das consequências é o boom de blogues de tricô na Internet. Mas há também outro aspecto importante. Acho que tricotar tem um efeito bastante terapêutico, há algo de relaxante e de aliviador do stress nessa actividade. Mantemos as mãos ocupadas – algo positivo para pessoas que estão tão stressadas que já não conseguem relaxar naturalmente – e podemos nos desligar. Não estou a dizer que tricotar não requer que se pense. Porque requer! Alguns dos padrões são bastante intricados e temos de ser tão boas como as nossas avós eram para os fazer bem. Mas usamos uma parte do cérebro diferente da que usamos quando estamos a trabalhar. Os dedos começam a executar o trabalho e repetimos os passos – há uma grande memória muscular – e as agulhas começam a retinir e sentimos a tensão no cérebro a desvanecer.
Por fim, todas nós gostamos de ter coisas que nos fazem sentir bem. Produtos feitos à mão e em casa são, neste momento, muito populares. Feitos pelas nossas próprias mãos? Bem, isso é ainda melhor.
 
Faz tricô?
Sim, e gosto de projectos rápidos e divertidos! Quando faço tricô, é como se fizesse uma pausa – normalmente da escrita – e costumo agradar à criança que há em mim fazendo um marcador rosa-choque ou algo de que não preciso, como uma meia para o telemóvel. O tricô é um hobby divertido. Por outro lado, as minhas avós faziam muito bem tricô e tricotavam peças para serem quentes e duradouras: mantas, camisolas, roupas para bebé. Mesmo agora, tenho uma manta verde e amarela no fundo da cama que a minha avó me fez há trinta anos. Há algo de maravilhoso em envolvermos os pés numa manta que não é apenas algo que está na nossa família há anos, mas que, literalmente, foi tricotado com amor por alguém que nos adorava. Isso é algo muito poderoso.
 
A sua vida serviu de inspiração para este romance?
Para mim, O Clube de Tricô de Sexta à Noite é, no fundo, um romance sobre relações; o tricô serve como uma metáfora e o clube como um fio condutor para aproximar este grupo bastante distinto de mulheres. E quando estamos numa cidade tão grande e movimentada como Nova Iorque, é muito fácil perdermo-nos no meio da multidão. A loja torna-se num lugar de paz para cada uma das personagens. Elas sabem que podem respirar fundo e deitar tudo cá para fora. Todas nós precisamos de um lugar assim, um grupo de amigas mesmo ao virar da esquina. E, desse modo, consegui ir buscar a inspiração a experiências pessoais bastante ricas, porque tive a felicidade de ter na minha vida esse tipo de amizade. Ainda mantenho contacto com as amigas da minha juventude. Apesar de ser cada vez mais difícil, por estarmos espalhadas por todo o país, arranjarmos fins-de-semana para nos encontrarmos ainda constitui uma prioridade. Porquê? Porque a verdadeira amizade é algo difícil de encontrar e que temos de estimar. Por isso, fui buscar inspiração a estas relações, à memória das minhas avós que faziam tricô e ao meu amor por Nova Iorque para construir este mundo maravilhoso da loja de lãs Walker & Filha.
 


publicado por Rita Mello às 10:03 | link do entrada | comentar | favorito
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Terça-feira, 27.01.09

 

Numa cidade tão grande e movimentada como Nova Iorque, é muito fácil perdermo-nos na multidão. Habituada a contar apenas consigo própria, Georgia tem um dia-a-dia esgotante em que tenta conciliar as exigências da sua loja com a educação da filha, Dakota. Em tempos não muito distantes, Georgia era uma jovem apaixonada e decidida a perseguir os seus sonhos, pelo menos até ao dia em que James – o grande amor da sua vida – soube que estava grávida e lhe despedaçou o coração ao fugir para Paris. Nesse dia, Georgia conheceu a solidão e decidiu traçar o seu caminho sozinha. Mas James tem outros planos. Planos que a incluem…
Será, pois, com grande surpresa que ela percebe que a sua loja se transformou num ponto de encontro. Com o pretexto de fazer tricô, mulheres extremamente diferentes entre si fazem uma pausa nas suas vidas atribuladas e partilham segredos, angústias e expectativas. Mas quando o impensável acontece, estas mulheres vão descobrir que o que criaram não é apenas um clube de tricô mas uma verdadeira irmandade.


publicado por Rita Mello às 16:52 | link do entrada | comentar | ver comentários (6) | favorito
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“Um livro espectacular – a ler imediatamente!”

Glamour
 
“Com um elenco fantástico de personagens femininas, é impossível não querer passar um dia debaixo dos cobertores a ler este livro.”
Heat
 
“O final surpreendente e poderoso de O Clube de Tricô de Sexta à Noite revela-nos que a vida é demasiado curta para ser desperdiçada.”
The Daily Telegraph
 
“Um retrato maravilhoso e comovente da amizade feminina. O leitor vai rir e chorar ao mesmo tempo que as personagens, e se for como eu vai desejar saber tricotar.”
Kristin Hannah, autora de Uma Segunda Oportunidade
 
“Um livro impossível de pousar.”
Booklist
 
“Os amante do tricô vão gostar de ver o seu poder terapêutico transposto para a escrita. A sua simplicidade e o seu efeito relaxante proporcionam tempo para conversas, risos, revelações e amizades.”
Detroit Free-Press
 
“Um novelo colorido.”

Woman&Home



publicado por Rita Mello às 16:49 | link do entrada | comentar | favorito
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Kate Jacobs deixou o Canadá para ir estudar na Universidade de Nova Iorque, cidade onde viveu durante dez anos e trabalhou para diversas publicações. Actualmente, vive no Sul da Califórnia com o marido. Para além de Laços Eternos, na ASA está também publicado o seu primeiro romance, O Clube de Tricô de Sexta à Noite, que foi um bestseller internacional, tendo sido editado em vinte países e vendido um milhão de exemplares. Para além disso, encontra-se também a ser adaptado para o cinema, com Julia Roberts no papel principal.



publicado por Rita Mello às 16:43 | link do entrada | comentar | favorito
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