Terça-feira, 23.07.13

 


Uma mulher.

Sete testes.

Uma herança de sonho.

 

A jovem Sapna está destroçada. Obrigada a abandonar a universidade para se dedicar a um emprego medíocre como vendedora de eletrodomésticos em Nova Deli, ela é agora a única responsável pelo sustento da mãe doente e da fútil irmã mais nova. Mesmo para um coração otmista como o seu, é cada vez mais difícil acreditar num futuro melhor… até que um dia, quando o seu desespero é absoluto, algo insólito acontece: um milionário excêntrico quer fazer dela sua herdeira. Sapna pode vir a receber mais dinheiro do que alguma vez sonhou e, com ele, mudar a sua vida e a de todos os que ama. Em troca, terá “apenas” de superar os sete testes do “livro da vida”. Sete testes sobre os quais o seu estranho benfeitor mantém segredo absoluto.

Assim começa uma viagem rocambolesca que vai testar o seu caráter, a sua coragem e o seu coração. Pelo caminho, conhece pessoas inesquecíveis. De um casal de noivos em fuga a um sex symbol de Bollywood ou a uma insuspeita cleptomaníaca, todos vão, de alguma forma, transformá-la. E quando se depara com o sétimo e último teste – aquele para o qual a vida não a preparara -, Sapna questiona até que ponto será capaz de se sacrificar por um sonho.

Vikas Swarup, autor de Quem Quer Ser Bilionário? – que inspirou o filme vencedor de oito Óscares e quatro Globos de Ouro – está de volta com uma história hilariante e dramática, terna e cruel, como o seu próprio país. Tanto a Índia como a sua heroína estão presas entre tradição e modernidade neste romance que nos leva questionar os nossos próprios sonhos e limites.



publicado por Rita Mello às 12:05 | link do entrada | comentar | favorito
|

 


“Um conto de fadas moderno.”

Financial Times

 

“É impossível não gostar desta heroína corajosa e destemida e da magia da escrita de Vikas Swarup. Um livro inspirador.”

The Sunday Times

 

“Empolgante!”

The Times

 

A Herdeira Acidental tem um início promissor e um fim absolutamente espetacular!”

The Mail on Sunday



publicado por Rita Mello às 12:03 | link do entrada | comentar | favorito
|

 

 

Vikas Swarup nasceu em Allahabad, na Índia, no seio de uma família ilustre. Frequentou a Universidade de Allahabad, onde se destacou como campeão de debates, vencendo diversas competições a nível nacional. Após a conclusão do curso, seguiu uma carreira diplomática, tendo sido destacado para países como os Estados Unidos, a Turquia, a Etiópia, o Reino Unido e a África do Sul. Está atualmente destacado no Japão, onde é cônsul-geral da Índia em Osaka.

Quem Quer Ser Bilionário?, o seu primeiro romance, foi traduzido para 42 línguas e venceu o Boeke Prize 2006 na África do Sul e o Prémio dos Leitores no Salão do Livro de Paris de 2007, para além de ter sido eleito o Livro Mais Influente do Ano em Taiwan em 2008. Foi também adaptado para cinema por Danny Boyle, num filme distinguido com mais de cinquenta galardões, incluindo oito Óscares e quatro Globos de Ouro. Seis Suspeitos está também a ser adaptado para o cinema, depois de já ter sido adaptado para a rádio pela BBC. A Herdeira Acidental é o seu mais recente romance.

 

Para mais informações sobre o autor pode consultar o site www.vikasswarup.net



publicado por Rita Mello às 12:00 | link do entrada | comentar | favorito
|

Sexta-feira, 28.06.13

 


 



publicado por Rita Mello às 12:35 | link do entrada | comentar | favorito
|

Sexta-feira, 28.05.10

 

 

Depois de Quem Quer Ser Bilionário?, o livro que deu origem ao filme, Vikas Swarup virou-se para o género policial. Ana Dias Ferreira foi conversar com o autor.


Se há coisa que salta à vista nos livros de Vikas Swarup é o ritmo, rápido e cheio de vivacidade. Era assim com Quem Quer Ser Bilionário?, que deu origem a um dos filmes mais falados e premiados dos últimos anos, e é assim com Seis Suspeitos, o segundo livro. Quando se conhece o autor, percebe-se de onde é que esse ritmo vem. Indiano e diplomata, Swarup fala a um ritmo mais do que despachado, com um entusiasmo que não denuncia o calo por, nos últimos anos, ter sido alvo de uma enorme atenção mediática.

Desta vez o indiano resolveu escrever um policial que segue as etapas de uma investigação. Há um crime entre a classe alta indiana, há seis suspeitos, há motivos para cada um ter cometido o assassínio, e há provas. Pelo meio, fica um retrato da Índia de alto a baixo.


Quando começou a escrever Seis Suspeitos já sabia quem ia ser o assassino?

Já. Não podia começar uma história desta magnitude sem saber quem era o culpado. Antes de começar a escrever houve algumas mudanças, e por acaso o assassino foi uma delas. Mas depois de começar, não, até porque o culpado tinha de estar muito bem disfarçado.

Qual é a sua relação com os policiais?

São os meus livros preferidos. Acredite ou não, em 99,9% dos casos consigo acertar no assassino, por isso para mim um bom policial é aquele em que não consigo descobrir o culpado. E foi esse tipo de livro que quis escrever.

Nos agradecimentos diz que este foi um livro difícil. Porquê?

Antes de mais era o meu segundo livro, e existe sempre a chamada “síndrome do segundo livro”. Por outro lado, viver com seis personagens na cabeça pode dar direito a entrar num manicómio. No livro há uma mudança constante de protagonistas, o que me obrigou a mudar de perspectiva e a ter de pensar como um americano, depois como uma actriz, um ladrão...

De facto, os seis suspeitos são muito diferentes entre si.

Desta vez quis abrir o leque e ter um grande retrato da Índia. O foco de Quem Quer Ser Bilionário? era mais reduzido, era Deli, Mumbai e Agra. Mas aqui, já que tinha seis personagens, decidi que podia ir de uma ponta à outra. A Índia é um país enorme e constituído por todos os tipos de pessoas, e para captar essa riqueza precisava de fazer um corte da sociedade. Por isso quis ter pessoas que estão completamente por dentro do sistema, como o burocrata e o político, quis ter o glamour – a actriz de Bollywood –, quis ter as franjas da sociedade, o ladrão e o indígena, e quis ainda ter um olhar de fora, o americano. Cada um permite-me olhar para a Índia de maneira diferente.

O americano não é lá muito esperto. Enquanto diplomata há alguma coisa que saiba que nós não sabemos?

[Risos] Ele não é o típico americano, de certa forma é um desenho animado. É do Texas e os texanos costumam estar conotados com os “red necks”, muito cheios de opiniões. Mas eu queria o contrário, queria o texano sem opiniões, de coração aberto e que acredita em tudo o que lhe dizem. No fim, quis mostrar que a ignorância pode ser uma bênção, porque ele acaba por ser o tipo que fica com a miúda e com o dinheiro, fica com tudo.

Todos os suspeitos estão envolvidos em situações de chantagem, corrupção e até racismo. A imagem que passa da Índia não é lá muito positiva.

Há uma crítica latente em todo o livro, mas não necessariamente à Índia. Quando o indígena chega à cidade e fica fascinado com as luzes e o aparato, acaba por perceber que por trás das luzes existe uma enorme escuridão. Não o respeitam, chamam-lhe preto, e a única pessoa que o respeita como ele é, é Champi, a rapariga cega. Através dos olhos do indígena eu não estou a criticar a sociedade indiana, mas a sociedade moderna materialista em geral. Claro que o livro também fala de corrupção, mas acaba por ser uma celebração da democracia e tenta captar a vitalidade da Índia. Há 100 anos, uma personagem como o ladrão de telemóveis não podia sequer ter grandes sonhos, porque lhe diriam que estava preso pela casta e nunca poderia ir para além disso. Mas veja-se esta personagem e aquilo que ela consegue no livro. É um símbolo da nova Índia, onde a posição na sociedade não determina qual vai ser o futuro, porque ele pode ser construído.

Ser diplomata influencia a sua escrita?

Não há uma ligação directa e até há quem diga que sou diplomata mas que os meus livros são muito pouco diplomáticos. Suponho que quando se tem um trabalho muito formal se procura ser mais anárquico e alegre na ficção.

Porque é que demorou tanto tempo a começar a escrever?

Porque nunca senti que podia ser escritor. Era um leitor regular, gostava de ser leitor, e sempre achei que seria muito difícil criar uma história e pô-la no papel. Alguém disse “porquê escrever quando se pode ler um livro por cinco dólares”, e era mais ou menos isso o que eu pensava. Foi só em Londres que o bichinho da escrita me mordeu. Alguns colegas meus começaram a escrever, estava numa cidade com um acesso facilitado a editoras, e dei por mim a perguntar-me se tinha algum livro dentro de mim. Afinal tinha. E em dois meses, e sem dizer nada a ninguém, ele estava cá fora.

Dois meses?

Sim, porque a minha mulher e os meus filhos tinham ido para fora e pude escrever com calma.

Nos últimos anos surgiram autores como Aravind Adiga que chamaram a nossa atenção para a realidade da Índia. O que pensa desta nova literatura?

Acho que estamos a viver tempos muito felizes. Durante muito tempo a literatura indiana esteve circunscrita a dois ou três nomes, como Salman Rushdie, que faziam um estilo de ficção muito literário, não havia muita variedade. Nos últimos sete ou oito anos isso mudou. Apareceu o primeiro romance gráfico indiano, os livros de ficção científica, o fantástico... Há um novo movimento em que os autores estão a quebrar os laços com o passado e a mostrar que podem fazer qualquer coisa e não se ficarem por uma Índia específica: podem escrever um livro sobre críquete, sobre os bairros de lata, sobre os call center, sobre o que quiserem. Há uma nova liberdade.

 

(Entrevista conduzida por Ana Dias Ferreira e publicada na Time Out Lisboa no dia 26 de Maio de 2010)



publicado por Rita Mello às 14:52 | link do entrada | comentar | favorito
|

Terça-feira, 25.05.10

 

Vikas Swarup é escritor e cônsul-geral da Índia em Osaka, no Japão. Quem Quer Ser Bilionário? foi o seu livro de estreia. O sucesso  da versão cinematográfica levou-o para o palco dos Óscares de Hollywood e virou-lhe a vida  do avesso. Deixou a Índia há mais de uma década, por exigência do trabalho diplomático, mas é na escrita que regressa sempre ao país de origem. Agora com Seis Suspeitos.


Passou da ficção de Quem Quer Ser Bilionário? para uma história baseada em factos reais. Porquê?

O segundo livro também é ficção, mas o ponto de partida é emprestado da vida real. Vicky Rai, que é assassinado, é culpado de três crimes: quanto tinha 17 anos atropelou seis pessoas com o seu BMW, mas é absolvido. Aos 20, mata dois antílopes-negros numa reserva do Rajastão e é absolvido, com 25 está numa festa, pede uma bebida à empregada às duas da manhã, ela recusa, ele mata-a e sai impune. Estes crimes aconteceram realmente na Índia, usei-os porque escrevo como um insider para os indianos: atribuí os crimes a Vicky Rai para que o leitor saiba imediatamente que ele merecia morrer.

Descrevia o primeiro livro como uma história de esperança e sobrevivência. Este é diferente?

Sim, em Quem Quer Ser Bilionário? o mundo é mais a preto e branco, em Seis Suspeitos é cinzento. O primeiro tinha uma mensagem de esperança e optimismo, mas o segundo pode ser considerado uma celebração da democracia. A democracia não significa que tenhamos uma sociedade perfeita, sem crime ou corrupção, mas a sua essência é a responsabilização: se os crimes forem expostos, há punição.

Mas o homicídio de Vicky Rai não é uma punição democrática.

Não vivemos num mundo ideal, às vezes a justiça poética pode vir na forma de morte violenta. Não estou a justificar este tipo de acções, até porque eu escrevo ficção. Criei personagens maiores do que a vida, suficientemente interessantes para que o leitor queira seguir o que lhes acontece. É verdade que através da minha ficção se pode ter um vislumbre da Índia, mas não se pense que esta a é a única visão do país.

Interessava-lhe mais fazer a anatomia de um crime ou descrever a sociedade indiana?

É a anatomia de uma sociedade, através da anatomia de um homicídio. Se tivesse escrito um policial tradicional, como Agatha Christie ou Stanley Gardner, o homicídio tornava-se importante do ponto de vista forense, mas eu estou interessado no homicídio do ponto de vista sociológico: porque é que esta pessoa foi assassinada, de que crimes era culpada, quem seriam os seus inimigos? Quis oferecer um olhar sobre a sociedade indiana, em que o crime e a corrupção acontecem.

Através dos seis suspeitos, quis dar seis perspectivas diferentes da Índia?

Exactamente. Mas para ter uma visão precisa da Índia seriam necessárias talvez seis mil perspectivas diferentes, e ainda assim seriam limitadas.

Nota um interesse crescente na cultura indiana?

Absolutamente, no século XXI, o poder já não é do país com o maior exército, é daquele que tem o maior "poder suave". O termo foi cunhado por Joseph Nye e diz respeito à atracção de um país, e se antes a América liderava com Hollywood, McDonald's ou Coca-Cola, hoje a Índia tem Bollywood, a cozinha, o ioga, ayurveda, budismo... Há um interesse renovado na Índia porque finalmente conseguimos afirmar-nos como poder económico.

Seis Suspeitos também vai ser adaptado ao cinema. O que há nos seus livros que é tão apelativo para o grande ecrã?

Fiquei muito surpreendido quando quiseram comprar os direitos do Seis Suspeitos, assim como tinha ficado com o Quem Quer Ser Bilionário?. Na altura pensei que o filme ia ser realizado por um indiano, em hindi, nunca me ocorreu que uma companhia do Ocidente o quisesse fazer. Há autores que escrevem com um olho no ecrã, mas eu não o faço. Se quisesse que este livro se tornasse filme, nunca teria escrito uma história de mistério, são as mais difíceis de filmar. E estou muito curioso como resultado, porque é uma história mais complexa, tem nuances que um realizador ocidental poderia não compreender.

 

(Entrevista conduzida por Bárbara Cruz e publicada no Diário de Notícias no dia 23 de Maio de 2010)



publicado por Rita Mello às 09:46 | link do entrada | comentar | ver comentários (2) | favorito
|

Sexta-feira, 14.05.10

 

 

Para além de Seis Suspeitos , que romances de Vikas Swarup foram já publicados na ASA?

Resposta: Quem Quer Ser Bilionário?


Vencedores:

01 – Célia Marteniano

10 – Vítor Manuel Ribeiro

25 – José Augusto Martins Fernandes

50 – Sandra Rabaçal

100 – Sandra Sofia Afonso

 

Parabéns aos vencedores e obrigada a todos os participantes!



publicado por Rita Mello às 16:23 | link do entrada | comentar | favorito
|

Quarta-feira, 12.05.10


publicado por Rita Mello às 09:26 | link do entrada | comentar | favorito
|

Segunda-feira, 10.05.10

 

 

Para além de Seis Suspeitos , que romances de Vikas Swarup foram já publicados na ASA?

 

Envie a sua resposta para joanneharris@sapo.pt – e se estiver correcta e for a 1.ª, a 10.ª, a 25.ª, a 50.ª ou a 100.ª a chegar, ganha automaticamente um dos cinco exemplares de Seis Suspeitos, de Vikas Swarup, que a ASA tem para oferecer. A data limite é  quinta-feira, dia 13 de Maio.

Pode ler o primeiro capítulo do livro aqui.



publicado por Rita Mello às 17:00 | link do entrada | comentar | ver comentários (2) | favorito
|

Sexta-feira, 07.05.10

 

 

 

A VERDADE DOS FACTOS

 

Coluna de Arun Advani, 25 de Março

 

SEIS ARMAS E UM CRIME


Nem todas as mortes são iguais. Mesmo no crime, existe um sistema de castas. A morte à facada de um miserável condutor de riquexó não passa de uma estatística, enterrada nas páginas interiores do jornal. Mas o assassínio de uma celebridade torna-se instantaneamente assunto de primeira página. Porque os ricos e famosos raramente são assassinados. Vivem vidas de cinco estrelas e, a não ser que morram de uma overdose de cocaína ou de um acidente insólito, têm normalmente uma morte de cinco estrelas numa boa idade avançada, tendo entretanto aumentado tanto a estirpe como a fortuna.

É por esta razão que o homicídio de Vivek «Vicky» Rai, de trinta e dois anos, proprietário do Grupo de Indústrias Rai e filho do ministro do Interior de Uttar Pradesh, tem dominado as notícias nos últimos dois dias.

Durante a minha longa e atribulada carreira de jornalista de investigação, realizei um grande número de denúncias, desde corrupção nas altas esferas a pesticidas em garrafas de Coca-Cola. As minhas revelações fizeram cair governos e fecharam multinacionais. Nesse processo, assisti de perto à ganância, à maldade e à depravação humanas. Mas nada me revoltou mais do que a saga de Vicky Rai. Ele era a figura de cartaz da corrupção neste país. Durante mais de uma década, acompanhei a sua vida e os seus crimes, como uma traça irresistivelmente atraída pela chama. Era um fascínio mórbido, semelhante ao de ver um filme de terror. Sabemos que vai ser revelado algo de terrível, por isso ficamos electrizados, presos à cadeira, à espera do inevitável. Recebi avisos sinistros e ameaças de morte. Fizeram-se tentativas para conseguir o meu despedimento deste jornal. Sobrevivi. Vicky Rai não.

 

Podem continuar a ler o primeiro capítulo de Seis Suspeitos, de Vikas Swarup, aqui.



publicado por Rita Mello às 11:07 | link do entrada | comentar | ver comentários (2) | favorito
|

Quarta-feira, 05.05.10

 

Do autor de Quem Quer Ser Bilionário?


Até mesmo no crime há um sistema de castas…


Vicky Rai, um playboy filho de um influente político indiano, mata a jovem Ruby num restaurante em Nova Deli apenas porque ela recusa servir-lhe uma bebida. Sete anos depois, Vicky é julgado e absolvido pelo seu crime. E decide celebrar com uma festa de arromba. Mas esta festa vai ter um final inesperado quando Vicky é encontrado… morto.

Entre os 300 glamorosos convidados, a polícia encontra seis pessoas estranhas e deslocadas naquele meio, todas elas com algo em comum: uma arma. Arun Advani, o mais famoso jornalista indiano, está decidido a descobrir o culpado. E, ao fazê-lo, revela-nos as incríveis e emocionantes vidas destes seis excêntricos suspeitos: uma sex-symbol de Bollywood com um segredo vergonhoso; o membro de uma tribo primitiva em busca de uma pedra sagrada; um burocrata corrupto que acredita ser o novo Gandhi; um turista americano apaixonado por uma actriz; um ladrão de telemóveis com sonhos grandiosos e um político ambicioso disposto a tudo. Cada um deles teve motivos mais do que suficientes para premir o gatilho.

E poderá o leitor confiar nas revelações do jornalista? Ou terá, também ele, algo a esconder?


Inspirado em acontecimentos reais, o muito aguardado segundo romance de Vikas Swarup é um livro de leitura compulsiva que oferece um olhar perspicaz sobre a alma e coração da Índia contemporânea.



publicado por Rita Mello às 11:39 | link do entrada | comentar | ver comentários (3) | favorito
|

 

“Se Agatha Christie tivesse escrito um policial sobre a Índia moderna, seria muito semelhante a Seis Suspeitos…”

Booklist 

 

“Colossal”

The Guardian

 

“Um livro excelente e exuberante.”

The Times

 

“Excêntrico e refrescante.”

The New York Times

 

“Altamente recomendado… Está destinado a ser popular entre os fãs dos policiais tradicionais e os leitores das intrigas internacionais, bem como das legiões de devotos de Quem Quer Ser Bilionário?

Booklist

 

“Um fascinante retrato da vida indiana através das suas castas… Um livro fantástico.”

The Bookseller

 

“Uma fervilhante e fascinante visão da Índia embrulhada num policial inteligente.”

Kirkus Reviews

 

“Complexo e fascinante.”

Book Page



publicado por Rita Mello às 11:37 | link do entrada | comentar | favorito
|

Sexta-feira, 30.04.10

 

 



publicado por Rita Mello às 09:06 | link do entrada | comentar | favorito
|

Segunda-feira, 23.02.09


Quem Quer Ser Bilionário? foi o grande vencedor da 81.ª edição dos Óscares ao conquistar oito estatuetas, entre eles, o de Melhor Filme, Melhor Realizador (Danny Boyle) e Melhor Argumento Adaptado (Simon Beaufoy).

 

Para além de vencer nestas categorias, o filme baseado no romance homónimo de Vikas Swarup arrebatou também o Óscar para Melhor Fotografia (Anthony Dod Mantle), Melhor Montagem (Chris Dickens), Melhor Som (Ian Tapp, Richard Pryke e Resul Pookutty), Melhor Canção Original (“Jai Ho”, de A. R. Rahman) e Melhor Banda Sonora Original (A. R. Rahman).

 


Kate Winslet venceu o Óscar para Melhor Actriz pelo seu desempenho em O Leitor, adaptado do romance homónimo de Bernhard Schlink.

Confira a lista completa de galardoados aqui.



publicado por Rita Mello às 10:35 | link do entrada | comentar | ver comentários (5) | favorito
|

Sexta-feira, 13.02.09

música MIA – "Paper Planes"

publicado por Rita Mello às 12:41 | link do entrada | comentar | ver comentários (3) | favorito
|































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































arquivos

Abril 2015

Março 2015

Fevereiro 2015

Janeiro 2015

Dezembro 2014

Novembro 2014

Outubro 2014

Setembro 2014

Julho 2014

Junho 2014

Maio 2014

Abril 2014

Março 2014

Fevereiro 2014

Janeiro 2014

Dezembro 2013

Novembro 2013

Outubro 2013

Setembro 2013

Agosto 2013

Julho 2013

Junho 2013

Maio 2013

Abril 2013

Março 2013

Fevereiro 2013

Janeiro 2013

Dezembro 2012

Novembro 2012

Outubro 2012

Setembro 2012

Agosto 2012

Julho 2012

Junho 2012

Maio 2012

Abril 2012

Março 2012

Fevereiro 2012

Janeiro 2012

Dezembro 2011

Novembro 2011

Outubro 2011

Setembro 2011

Agosto 2011

Julho 2011

Junho 2011

Maio 2011

Abril 2011

Março 2011

Fevereiro 2011

Janeiro 2011

Dezembro 2010

Novembro 2010

Outubro 2010

Setembro 2010

Agosto 2010

Julho 2010

Junho 2010

Maio 2010

Abril 2010

Março 2010

Fevereiro 2010

Janeiro 2010

Dezembro 2009

Novembro 2009

Outubro 2009

Setembro 2009

Agosto 2009

Julho 2009

Junho 2009

Maio 2009

Abril 2009

Março 2009

Fevereiro 2009

Janeiro 2009

Dezembro 2008

Novembro 2008

tags

a arte de amar

a casa do lago

a crítica

a herança

a leste do sol

a melodia do amor

a menina na falésia

a noiva italiana

agatha christie

agnès desarthe

agridoce

alice hoffman

alona kimhi

annie murray

anthony capella

as meninas dos chocolates

as raparigas da villa

as regras da sedução

as vidas privadas de pippa lee

autobigrafia

barbara e stephanie keating

barbara taylor bradford

bernardine kennedy

bernhard schlink

biografia

casamento de conveniência

chimamanda ngozi adichie

chris cleave

cinema

coleção crime à hora do chá

concurso

confissões ao luar

corações sagrados

crítica

crónica de paixões & caprichos

daniel mason

divorciada aos 10 anos

doces aromas

documentos

domenica de rosa

elizabeth edmondson

entrevista

esther freud

excerto

filme

jaycee dugard

jean sasson

joanne harris

jogos de sedução

julia gregson

julia quinn

kate jacobs

katherine webb

kunal basu

lesley pearse

lições de desejo

lili la tigresse

lucinda riley

madeline hunter

mary balogh

mil noites de paixão

natasha solomons

nicholas sparks

nicky pellegrino

nojoud ali

nunca digas adeus

nunca me esqueças

o clube de tricô de sexta à noite

o português inquieto

o segredo de sophia

os ingredientes do amor

os pecados de lord easterbrook

paullina simons

pequena abelha

prémios

procuro-te

quem quer ser bilionário

rani manicka

razões do coração

rebecca miller

roopa farooki

sam bourne

sarah dunant

segue o coração – não olhes para trás

seis suspeitos

sinopse

susanna kearsley

teu para sempre

top

trailer

trilogia langani

um verão em siena

uma carta inesperada

uma casa de família

uma noite de amor

uma vida ao teu lado

vida roubada

vídeo

vikas swarup

w bruce cameron

todas as tags

Amigas e amigos
A Casa Torta
A Galáxia dos Livros
A Gémea que Faltava
Alojaeasverdades
A Magia dos Livros
A Menina dos Policiais
Ametista Cintilante
A Minha Vida em Mil Páginas
Amostras e Passatempos
Anjo, Estrelinhas e Manas
Ao Ler o Livro
A Opinião do Prazer
A Participar
A Partir dos 30
Artes e Devaneios
As Ameias do Crepúsculo
As Histórias de Elphaba
As Leituras da Fernanda
As Leituras da Maggie
As Leituras do Corvo
As Minhas Leituras
Avenida Surrealista
A Viajante
Bad Books Don’t Exist
BiblioMigalhas
Biblioteca CEF LIVROS com VIDA
Biblioteca do CEDV
BlogBrottas
Blogtailors
Bookeater/Booklover
BookManíacas
Books and Books
Books Around the Corner
By Juaniska
Café de Letras
Cantinho das Partilhas
Cartuchos Literários do Guerreiro
Castelo de Letras
Chá da Meia-Noite
Chá de Menta
Chá para Dois
Chovem Livros
Cinco Quartos de Laranja
Clorofórmio do Espírito
Clube dos Livros
Clumsy Girl
Coisas da Cleo
Compartilhando Leituras
Conta-me Histórias
Cuidado com o Dálmata
Daqui Prá Frente Só Há Dragões
Declaro-me Sonhadora
Destante
De Volta dos Tachos
Directório Livros e Marcadores
Doce Refúgio
Doida por Livros
Dominus
Dos Meus Livros
Esmiuça o Livro
Esmiuçar os Livros
Estante de Livros
Este meu Cantinho
Expressividade
FazendoArte
Finding Neverland
Floresta das Leituras
Floresta de Livros
Folhas de Papel
Ganha Prémios na Net
Ganhar.me
Girl in the Clouds
Godalsky
Gosto de Ti Livro
Grilinha
Há Luz no Fundo do Túnel
Horas Serenas
Ines’s Secrets
Inocência de Amar
Já Ganhavas qualquer Coisa!
Jonasnuts
Kikisses
Lector in Fabula
Learning To Breathe on my Own
Leitura da Semana
Leituras (and so on)
Leituras… By Bauny
Leituras das Marias
Leituras de A a B
Ler
Ler e Reflectir
Ler é Viver
Ler por Gosto não Cansa
Ler, um Prazer Adquirido
Letras&Baquetas
Letras sem Fundo
Leves e Ausentes
Leya BIS
Livreo
Livros de Bia
Livros e Leituras
Livros e Marcadores
Livros, o Meu Vício
Livros no Tempo
Livros para Devorar
Livros que Inspiram
Lost in Chick-Lit
Lucie’s… Corner on the Moon
Magical Pieces…
Mais Alguém no Mundo
Mais Passatempos
Manta de Histórias
Marcador de Livros
Maria Pudim
Max Costinha
Mesmo Grátis
Mil Estrelas no Colo
Minha Essência
Mira 46
Momentâneos
Morrigan
Moura Aveirense
Muito para Ler
Mundo da Inca
Mundo de Prata
My Imaginarium
My Life
Na Companhia dos Livros
Na Esquina do Tempo
Na Palma da Mão
Nataxxa and Geninha’s Blog
Novas Perspectivas Insulares
O Baú da Erminda
O Meu Momento Zen
O Meu Mundo
O Meu Mundo Miga
O Mundo Encantado dos Livros
O Prazer da Leitura
O Prazer de Ler
Os Devaneios da Jojó
Os Livros da Maria
Os Livros Não Têm Segredos
Os Meus Livros
O Sótão da Mimi
O Tempo entre os Meus Livros
Ouvi Dizer
O Vento Debaixo das Minhas Asas
Palavras Impressas
Palavras Partilhadas
Palavras Soltas
Passatempos Online
Pedacinho Literário
Pereira’s Book’s
Photos e Afins
Pintar com Quantas Cores o Vento Tem
Pipocas Gourmet
Planeta Márcia
Poemas, Rimas & Prosas
Pontos e Pensamentos
Porta-Livros
Porto das Pipas
Portugal Creative
Postais de Anis
Prazer dos Passatempos
Princesa Nilo
Princezices
PTPassatempos
Quadrícula
Queria de Ti
Read to Grow Europe
Refém das Letras
Refúgio do Leitor
Refúgio dos Livros
Romance n’Alma
Romances in Pink
Sapo Livros
Segredo dos Livros
Segredos Escondidos
Silêncios que Falam
SimpleSamples
Sociedade Aberta
Sofia e os Livros
Sol a Cada Dia
Sonhos de uma Rapariga
Sombra dos Livros
Tantos Livros Tão Pouco Tempo
Tempo de Mim
Tertúlias à Lareira
The Fanatic Reader
Tocas e Baldocas
Toque Suave
Totó da Cabeça
Tralhas Grátis
Tuga Passatempos
Uma Biblioteca Aberta
Um Livro e um Café
Um Ponto Azul
Vaidades
Viajar pela Literatura
Vidas Desfolhadas




subscrever feeds