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CHOCOLATE PARA A ALMA – LER NÃO ENGORDA

CHOCOLATE PARA A ALMA – LER NÃO ENGORDA

16
Jan09

A RECEITA IDEAL PARA UM DIA DE INVERNO

Rita Mello

Como bem sabem, os livros da Joanne Harris conjugam romance e culinária de uma forma irresistível e saborosa. No álbum Do Mercado para a Sua Mesa, Joanne Harris, uma escritora que adora comida, colaborou com uma ex-chef que adora escrever sobre comida para escreverem um livro de receitas francesas. As duas foram até à Gasconha, onde se inspiraram na profusão irresistível dos mercados rurais franceses. Frutas e legumes da época, queijos regionais, vinhos… os melhores ingredientes combinam-se em verdadeiros pratos de sucesso.
Coloquei no blogue da Joanne Harris uma das receitas de Do Mercado para a sua Mesa: "Tourte au Camembert". Esta deliciosa combinação de legumes frescos da época, batatas farinhentas e uma cobertura de Camembert dourada e cremosa constitui um excelente prato vegetariano para um deprimente dia de Inverno.
09
Jan09

HORÓSCOPO (RETIRADO DE: O ANO TEM DOZE HOMENS)

Rita Mello

CAPRICÓRNIO

22 de Dezembro a 20 de Janeiro

  

Hoje vou revelar-lhe uma grande novidade: existe uma vida para além do escritório. Vá até à porta e veja com os seus próprios olhos. Saia daí, mesmo que hoje tenha planeado abandonar a sua secretária. A sua agenda está cheia? Deite-a fora e compre uma nova!
Seja espontâneo! Conheça pessoas novas! Vá de avião até Katmandu! Também não sei onde fica. Pelo nome, deve ser África. Vá lá, pegue numa T-shirt e num fato de banho e arranque! Não é preciso saber tudo antes. Se já se soubesse tudo antes, ainda haveria casamentos? Ainda se ensinaria os filhos a falar? Claro que não.
Hoje vamos pintar a manta. Júpiter está em óptima posição para pintar a manta. Telefone para o trabalho e diga que está com varicela. Sim, já sei que não tem varicela. Minta! As estrelas estão bem posicionadas para mentiras de todo o género. Não faz mal nenhum. As mentiras são como a masturbação. Todos os fazem, só não gostam de ser apanhados. É muito simples. Pode acreditar em mim – sou especialista nisso. Em mentir, claro. Vai ver, irá resultar às mil maravilhas.
E depois, rambazamba! O que quer isto dizer? Então, quer dizer rambazamba. Festas. Álcool e sexo e… sei lá, sexo e álcool.
E já que estamos a falar nisto: não só há uma vida para além do trabalho, como também há sexo para além da cama. Basta dizer: mesa da cozinha. Sim, não é confortável. Mas de onde é que pensa que vem a palavra paixão? Por isso, coragem! Se deve cobrir a mesa com uma toalha antes? Por mim tudo bem, se isso o excita. Almofadas? Não, almofadas não. Quer colocar antes um colchão de espuma?
Sabe uma coisa, esqueça a mesa da cozinha! Existem outros sítios tentadores. Basta dizer: banheira.
Ah, não toma banho. Claro, é preciso ter cuidado com a acidez da camada de protecção da pele. Pois então não pode ser na banheira. Mas ainda havemos de encontrar algo de que goste. Basta dizer: elevador. Parque de estacionamento subterrâneo. Cabine telefónica.
Não tem vontade? Pensei que tínhamos concordado em libertarmo-nos e deixar tudo correr espontaneamente. Não tem tempo? Tem de acabar o relatório do trimestre? Horas extraordinárias? Não tem cabeça para excessos espontâneos?
Então, mude pelo menos a imagem de fundo no seu computador, rambazamba! Neptuno está óptimo para aventuras.

 

Continue a ler o primeiro capítulo de O Ano Tem Doze Homens aqui.

09
Jan09

O ANO TEM DOZE HOMENS – MARTINA PAURA

Rita Mello

 

Da calma aparente de uma Dona de Casa Desesperada à vida de glamour de O Sexo e a Cidade bastou uma conjugação astrológica muito especial…

Pia escreve horóscopos para uma revista feminina e tem uma vida confortável ao lado do seu namorado Stefan. Mas o dia de Natal tem para a jovem planos muito diferentes daqueles que ela traçara; planos que incluem um relógio frito, um anel inoportuno e uma intempestiva saída de casa. Tudo piora quando Stefan se apaixona por outra mulher. Pia decide então reinventar-se. Para isso, faz uma aposta com a sua melhor amiga: Pia, a astróloga, envolver-se-á com um representante de cada signo; está, contudo, proibida de se apaixonar… o que não é assim tão simples, porque encontros de uma noite podem ser mais do que mera diversão. Além disso, os sentimentos de Pia têm sempre a mania de se meter pelo meio. Depois de doze meses de astrologia romântica, as estrelas parecem estar finalmente bem posicionadas e, nessa altura, Pia vai ter de tomar a mais importante decisão da sua vida.

09
Jan09

O ANO TEM DOZE HOMENS – A OPINIÃO

Rita Mello

O Ano Tem Doze Homens é, sem dúvida, um livro bastante divertido e imaginativo, que mistura astrologia e amor, mas que apela também aos sentimentos. Ao longo do livro assistimos à transformação de uma mulher que se deixou acomodar na vida. A forma como se reinventa é surpreendente e irá levá-la a uma série de loucas peripécias, ao mesmo tempo que as vidas das pessoas que lhe são mais próximas também vão sofrer grandes alterações. Mas, no fundo, Pia apenas procura aquilo que todas as mulheres desejam…

07
Jan09

NUNCA ME ESQUEÇAS – A OPINIÃO DAS LEITORAS

Rita Mello

Nunca me Esqueças constitui uma leitura estimulante, que não se prende em futilidades nem devaneios desnecessários, e em que Lesley Pearse nos presenteia com uma grande lição de vida, luta e resistência que a cada momento nos inunda os sentidos e apela à reflexão.
A autora contempla-nos com uma história de verdadeira coragem e determinação, enfatizando algumas das mais primordiais essências humanas, como o instinto de sobrevivência e de protecção. Relata-nos a história de alguém com a bravura e audácia necessárias para ultrapassar os maiores tormentos pelos quais uma mulher pode passar.
Ao longo da narrativa Lesley Pearse faz um retrato do que de melhor e pior existe no Homem. Por um lado a indiferença e a violência a todos os níveis, por outro, e em oposição, a bondade, a entreajuda, a compreensão, a amizade, o companheirismo e a pureza do amor.
É uma obra que nos leva inevitavelmente a reflectir sobre os limites da condição humana... sobre os nossos próprios limites... sobre até onde iríamos por amor à vida e por aqueles que nos fazem realmente viver.
 
Artigo da autoria de Sara Marques, uma das vencedoras do passatempo Até Onde Iria por Amor?. Se quiser escrever uma opinião sobre um dos livros aqui retratados pode enviar o texto para joanneharris@sapo.pt, ou escrever na caixa de comentários.
05
Jan09

A VERDADE POR DETRÁS DA FICÇÃO – LESLEY PEARSE (PARTE III)

Rita Mello

Mas seguiram-se outra vez tempos conturbados, quando a loja de Lesley faliu durante a recessão dos anos 90, deixando-a com uma montanha de dívidas e um orgulho ferido. O seu casamento de dezoito anos desmoronou-se e ela bateu no fundo aos cinquenta anos – era como se tivesse voltado ao início num apartamento deprimente e sem dinheiro.

 

“A escrita foi a minha salvação”, afirma a romancista. “Tara, o meu segundo livro, foi finalista do Romantic Novel of the Year Award e eu sabia que ia no bom caminho.”

 

A vida da escritora é uma grande fonte de material para os seus romances, quer esteja a escrever sobre a dor do primeiro amor, crianças indesejadas e maltratadas, adopção, rejeição, pobreza ou vingança, uma vez que conheceu tudo isto em primeira mão. Ela é uma lutadora, e a estabilidade e sucesso que atingiu na sua vida deve-os à escrita. As suas três filhas, os netos, os cães e a jardinagem trouxeram-lhe uma grande felicidade.

 

Com o apoio da editora Penguin, criou o Women of Courage Award para distinguir mulheres comuns dotadas de uma coragem extraordinária. É também presidente de uma divisão regional da Sociedade Nacional para a Prevenção da Crueldade contra as Crianças (NSPCC) – a instituição de beneficência que lhe é mais querida.

02
Jan09

A VERDADE POR DETRÁS DA FICÇÃO – LESLEY PEARSE (PARTE II)

Rita Mello

A necessidade desesperada de amor e afecto enquanto era nova foi provavelmente a principal razão pela qual ela fazia más escolhas em relação a homens. Saltando de festa em festa nos animados anos 60, Lesley fez tudo – desde ama a coelhinha da Playboy até estilista de roupas. Vivia em estúdios húmidos e levava uma vida incerta, vestida com minissaias. Casou pela primeira vez aos vinte anos – um casamento que durou pouco tempo – e, pouco depois, conheceu o seu segundo marido, John Pritchard, um trompetista de uma banda rock. Georgia, o seu primeiro romance, foi inspirado na sua vida com John, nas discotecas londrinas, em managers vigaristas e nos muitos músicos que ela conheceu na época, entre eles, David Bowie e Steve Marriott. A primeira filha de Lesley, Lucy, nasceu nesta altura, mas, devido ao estilo de vida errático de John e à presença de uma pequena criança, o casamento estava condenado ao fracasso e eles separaram-se quando Lucy tinha quatro anos.

 

Foi um ponto de viragem na vida de Lesley – ela era jovem e estava sozinha com uma pequena criança – mas, noutra reviravolta do destino, Lesley conheceu Nigel, o seu terceiro marido, quando ia para uma entrevista em Bristol. Casaram alguns anos mais tarde e tiveram duas filhas, Sammy e Jo. Os anos seguintes foram os mais felizes da sua vida – tomava conta de um grupo de crianças, começou a escrever contos e abriu uma loja de prendas e cartões em Bristol. Escrever de noite, tomar conta de uma loja e conjugar tudo com as lides domésticas e as necessidades do marido e das filhas durante sete anos foi difícil.

 

“Uma estranha compulsão levava-me a continuar a escrever, mesmo nas piores situações”, admite Lesley Pearse. “Escrevi três livros antes de Georgia, e depois apareceu a Darley Anderson, que se ofereceu para ser minha agente. Mesmo assim, seguiram-se seis anos de desilusões e constantes reescritas de romances até finalmente encontramos um editor.”

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