Sexta-feira, 9 de Janeiro de 2009

O Ano Tem Doze Homens é, sem dúvida, um livro bastante divertido e imaginativo, que mistura astrologia e amor, mas que apela também aos sentimentos. Ao longo do livro assistimos à transformação de uma mulher que se deixou acomodar na vida. A forma como se reinventa é surpreendente e irá levá-la a uma série de loucas peripécias, ao mesmo tempo que as vidas das pessoas que lhe são mais próximas também vão sofrer grandes alterações. Mas, no fundo, Pia apenas procura aquilo que todas as mulheres desejam…



publicado por Rita Mello às 12:44 | link do entrada | comentar | favorito

 
Martina Paura nasceu em 1965 em Buchen, na Alemanha, onde ainda hoje vive. É autora de diversos contos. O Ano Tem Doze Homens é o seu primeiro romance e foi um bestseller estrondoso no seu país, tendo também sido publicado em diversos países.

 



publicado por Rita Mello às 12:41 | link do entrada | comentar | favorito

Quarta-feira, 7 de Janeiro de 2009

Nunca me Esqueças constitui uma leitura estimulante, que não se prende em futilidades nem devaneios desnecessários, e em que Lesley Pearse nos presenteia com uma grande lição de vida, luta e resistência que a cada momento nos inunda os sentidos e apela à reflexão.
A autora contempla-nos com uma história de verdadeira coragem e determinação, enfatizando algumas das mais primordiais essências humanas, como o instinto de sobrevivência e de protecção. Relata-nos a história de alguém com a bravura e audácia necessárias para ultrapassar os maiores tormentos pelos quais uma mulher pode passar.
Ao longo da narrativa Lesley Pearse faz um retrato do que de melhor e pior existe no Homem. Por um lado a indiferença e a violência a todos os níveis, por outro, e em oposição, a bondade, a entreajuda, a compreensão, a amizade, o companheirismo e a pureza do amor.
É uma obra que nos leva inevitavelmente a reflectir sobre os limites da condição humana... sobre os nossos próprios limites... sobre até onde iríamos por amor à vida e por aqueles que nos fazem realmente viver.
 
Artigo da autoria de Sara Marques, uma das vencedoras do passatempo Até Onde Iria por Amor?. Se quiser escrever uma opinião sobre um dos livros aqui retratados pode enviar o texto para joanneharris@sapo.pt, ou escrever na caixa de comentários.


publicado por Rita Mello às 09:48 | link do entrada | comentar | favorito

Segunda-feira, 5 de Janeiro de 2009

Mas seguiram-se outra vez tempos conturbados, quando a loja de Lesley faliu durante a recessão dos anos 90, deixando-a com uma montanha de dívidas e um orgulho ferido. O seu casamento de dezoito anos desmoronou-se e ela bateu no fundo aos cinquenta anos – era como se tivesse voltado ao início num apartamento deprimente e sem dinheiro.

 

“A escrita foi a minha salvação”, afirma a romancista. “Tara, o meu segundo livro, foi finalista do Romantic Novel of the Year Award e eu sabia que ia no bom caminho.”

 

A vida da escritora é uma grande fonte de material para os seus romances, quer esteja a escrever sobre a dor do primeiro amor, crianças indesejadas e maltratadas, adopção, rejeição, pobreza ou vingança, uma vez que conheceu tudo isto em primeira mão. Ela é uma lutadora, e a estabilidade e sucesso que atingiu na sua vida deve-os à escrita. As suas três filhas, os netos, os cães e a jardinagem trouxeram-lhe uma grande felicidade.

 

Com o apoio da editora Penguin, criou o Women of Courage Award para distinguir mulheres comuns dotadas de uma coragem extraordinária. É também presidente de uma divisão regional da Sociedade Nacional para a Prevenção da Crueldade contra as Crianças (NSPCC) – a instituição de beneficência que lhe é mais querida.



publicado por Rita Mello às 10:00 | link do entrada | comentar | favorito

Sexta-feira, 2 de Janeiro de 2009

A necessidade desesperada de amor e afecto enquanto era nova foi provavelmente a principal razão pela qual ela fazia más escolhas em relação a homens. Saltando de festa em festa nos animados anos 60, Lesley fez tudo – desde ama a coelhinha da Playboy até estilista de roupas. Vivia em estúdios húmidos e levava uma vida incerta, vestida com minissaias. Casou pela primeira vez aos vinte anos – um casamento que durou pouco tempo – e, pouco depois, conheceu o seu segundo marido, John Pritchard, um trompetista de uma banda rock. Georgia, o seu primeiro romance, foi inspirado na sua vida com John, nas discotecas londrinas, em managers vigaristas e nos muitos músicos que ela conheceu na época, entre eles, David Bowie e Steve Marriott. A primeira filha de Lesley, Lucy, nasceu nesta altura, mas, devido ao estilo de vida errático de John e à presença de uma pequena criança, o casamento estava condenado ao fracasso e eles separaram-se quando Lucy tinha quatro anos.

 

Foi um ponto de viragem na vida de Lesley – ela era jovem e estava sozinha com uma pequena criança – mas, noutra reviravolta do destino, Lesley conheceu Nigel, o seu terceiro marido, quando ia para uma entrevista em Bristol. Casaram alguns anos mais tarde e tiveram duas filhas, Sammy e Jo. Os anos seguintes foram os mais felizes da sua vida – tomava conta de um grupo de crianças, começou a escrever contos e abriu uma loja de prendas e cartões em Bristol. Escrever de noite, tomar conta de uma loja e conjugar tudo com as lides domésticas e as necessidades do marido e das filhas durante sete anos foi difícil.

 

“Uma estranha compulsão levava-me a continuar a escrever, mesmo nas piores situações”, admite Lesley Pearse. “Escrevi três livros antes de Georgia, e depois apareceu a Darley Anderson, que se ofereceu para ser minha agente. Mesmo assim, seguiram-se seis anos de desilusões e constantes reescritas de romances até finalmente encontramos um editor.”



publicado por Rita Mello às 12:07 | link do entrada | comentar | favorito

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