PASSATEMPO – O ANO TEM DOZE HOMENS
O prazo para a recepção das respostas ao passatempo O Ano Tem Doze Homens termina hoje à meia-noite. Os vencedores vão ser anunciados na quarta-feira.
Sejam criativos e boa sorte!
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O prazo para a recepção das respostas ao passatempo O Ano Tem Doze Homens termina hoje à meia-noite. Os vencedores vão ser anunciados na quarta-feira.
Sejam criativos e boa sorte!
Que encontro romântico prepararia para conquistar a pessoa do seu signo ideal?
Responda com criatividade a esta questão e habilite-se a ganhar um dos cinco exemplares de O Ano Tem Doze Homens que a ASA tem para lhe oferecer. A frase terá de ter no máximo 500 caracteres e de ser enviada para o e-mail joanneharris@sapo.pt.
CAPRICÓRNIO
22 de Dezembro a 20 de Janeiro
Continue a ler o primeiro capítulo de O Ano Tem Doze Homens aqui.
Da calma aparente de uma Dona de Casa Desesperada à vida de glamour de O Sexo e a Cidade bastou uma conjugação astrológica muito especial…
Pia escreve horóscopos para uma revista feminina e tem uma vida confortável ao lado do seu namorado Stefan. Mas o dia de Natal tem para a jovem planos muito diferentes daqueles que ela traçara; planos que incluem um relógio frito, um anel inoportuno e uma intempestiva saída de casa. Tudo piora quando Stefan se apaixona por outra mulher. Pia decide então reinventar-se. Para isso, faz uma aposta com a sua melhor amiga: Pia, a astróloga, envolver-se-á com um representante de cada signo; está, contudo, proibida de se apaixonar… o que não é assim tão simples, porque encontros de uma noite podem ser mais do que mera diversão. Além disso, os sentimentos de Pia têm sempre a mania de se meter pelo meio. Depois de doze meses de astrologia romântica, as estrelas parecem estar finalmente bem posicionadas e, nessa altura, Pia vai ter de tomar a mais importante decisão da sua vida.
O Ano Tem Doze Homens é, sem dúvida, um livro bastante divertido e imaginativo, que mistura astrologia e amor, mas que apela também aos sentimentos. Ao longo do livro assistimos à transformação de uma mulher que se deixou acomodar na vida. A forma como se reinventa é surpreendente e irá levá-la a uma série de loucas peripécias, ao mesmo tempo que as vidas das pessoas que lhe são mais próximas também vão sofrer grandes alterações. Mas, no fundo, Pia apenas procura aquilo que todas as mulheres desejam…
Mas seguiram-se outra vez tempos conturbados, quando a loja de Lesley faliu durante a recessão dos anos 90, deixando-a com uma montanha de dívidas e um orgulho ferido. O seu casamento de dezoito anos desmoronou-se e ela bateu no fundo aos cinquenta anos – era como se tivesse voltado ao início num apartamento deprimente e sem dinheiro.
“A escrita foi a minha salvação”, afirma a romancista. “Tara, o meu segundo livro, foi finalista do Romantic Novel of the Year Award e eu sabia que ia no bom caminho.”
A vida da escritora é uma grande fonte de material para os seus romances, quer esteja a escrever sobre a dor do primeiro amor, crianças indesejadas e maltratadas, adopção, rejeição, pobreza ou vingança, uma vez que conheceu tudo isto em primeira mão. Ela é uma lutadora, e a estabilidade e sucesso que atingiu na sua vida deve-os à escrita. As suas três filhas, os netos, os cães e a jardinagem trouxeram-lhe uma grande felicidade.
Com o apoio da editora Penguin, criou o Women of Courage Award para distinguir mulheres comuns dotadas de uma coragem extraordinária. É também presidente de uma divisão regional da Sociedade Nacional para a Prevenção da Crueldade contra as Crianças (NSPCC) – a instituição de beneficência que lhe é mais querida.
A necessidade desesperada de amor e afecto enquanto era nova foi provavelmente a principal razão pela qual ela fazia más escolhas em relação a homens. Saltando de festa em festa nos animados anos 60, Lesley fez tudo – desde ama a coelhinha da Playboy até estilista de roupas. Vivia em estúdios húmidos e levava uma vida incerta, vestida com minissaias. Casou pela primeira vez aos vinte anos – um casamento que durou pouco tempo – e, pouco depois, conheceu o seu segundo marido, John Pritchard, um trompetista de uma banda rock. Georgia, o seu primeiro romance, foi inspirado na sua vida com John, nas discotecas londrinas, em managers vigaristas e nos muitos músicos que ela conheceu na época, entre eles, David Bowie e Steve Marriott. A primeira filha de Lesley, Lucy, nasceu nesta altura, mas, devido ao estilo de vida errático de John e à presença de uma pequena criança, o casamento estava condenado ao fracasso e eles separaram-se quando Lucy tinha quatro anos.
Foi um ponto de viragem na vida de Lesley – ela era jovem e estava sozinha com uma pequena criança – mas, noutra reviravolta do destino, Lesley conheceu Nigel, o seu terceiro marido, quando ia para uma entrevista
“Uma estranha compulsão levava-me a continuar a escrever, mesmo nas piores situações”, admite Lesley Pearse. “Escrevi três livros antes de Georgia, e depois apareceu a Darley Anderson, que se ofereceu para ser minha agente. Mesmo assim, seguiram-se seis anos de desilusões e constantes reescritas de romances até finalmente encontramos um editor.”
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