Segunda-feira, 7 de Junho de 2010

 

PRÓLOGO


Um velho cão ladrava no jardim da Vila Rosa, correndo por entre um emaranhado de alcachofras, perseguindo um pássaro como se ainda fosse um cachorrinho. Atravessou o terraço inundado pelas buganvílias, correu pelo mosqueado limoal e através dos relvados descolorados pelo sol. Quando por fim o animal se calou, os únicos sons audíveis eram o assobiar da brisa por entre as romãzeiras e o bater do mar nas rochas mais abaixo.

A casa estava vazia e aferrolhada contra intrusos, com os portões altos solidamente fechados. Só o cãozinho e os lagartos de dorso verde sabiam como entrar pelo buraco da parede quase tapado pelo matagal.

Parecia um lugar desolado, esquecido. Há muito que os canteiros se tinham rendido e as glicínias cresciam selvagens. Mas alguém estivera ali. Os frutos tinham sido colhidos das árvores no final do Verão e os caminhos varridos das folhas do Outono.

Os elementos não poupavam a casa. O vento salgado e o sol abrasador tinham empolado as portadas envernizadas e desbotado o tom rosado das paredes. Se o telhado não tivesse sido amparado com pedras, as telhas poderiam ter-se levantado nas tempestades mais rigorosas e as pesadas chuvas de Inverno ter-se-iam infiltrado. Dentro da casa o pó jazia intacto, chávenas de café repousavam viradas para baixo no escorredor em que alguém as deixara, uma cama permanecia por fazer. Quadros tinham sido retirados das paredes deixando apenas as suas sombras. Teias de aranha decoravam o tecto.

Podia ter sido há meses que alguém ali morara.

Ou anos.

 

Podem continuar a ler os primeiros capítulos de  Os Ingredientes do Amor, de  Nicky Pellegrino, aqui.



publicado por Rita Mello às 14:30 | link do entrada | comentar | ver comentários (3) | favorito

 

 

 

A IGNOMINIOSA PARTIDA DE CHELLAM-A-CRIADA, FILHA-DE-MUNIANDY


6 de Setembro de 1980


A esticar-se, delicada como a cabeça de uma ave do fino pescoço do istmo de Kra, há uma terra que representa metade do país chamado Malásia. Onde mergulha o bico no mar da China Meridional, Singapura tremeluz como uma bolha que lhe tivesse escapado da garganta. Esta cabeça de ave é uma terra sem Primavera, sem Verão, sem Outono e sem Inverno. Um dia pode ser um nico mais chuvoso ou um poucochinho mais seco do que o anterior, mas quase todos são quentes, húmidos, claros, ardentes de preguiçosa vida tropical, instigadores de infindáveis pausas para o chá e de loucas, atropeladas e buzinadas corridas através da cidade para chegar a casa antes da chuvada da tarde. São estas as chuvas mais familiares, as violentas e prateadas cordas de água que inundam os campos de jogos e obrigam os empregados de escritório a patinhar até às paragens de autocarro com sapatos que se enchem como baldes. Turbulentas e dramáticas, as chuvas vesperais provocam engarrafamentos de trânsito simultaneamente terríveis – sufocados pelos fumos negros dos camiões e ensurdecidos pelo guinchar dos travões dos autocarros escolares – e belos, iluminados pelas coleantes serpentinas de luz amarelo-aguado dos faróis que se estendem a perder de vista, com o clarão azulado dos candeeiros a reflectir-se nas poças que alastram, com a fluorescente melancolia dos quiosques desertos ao longo dos passeios. Todos os dias parecem começar com uma labareda e acabar com um dilúvio, de tal modo que o passado e o presente e o futuro correm juntos num infinito e fumegante rio.

Na verdade, porém, há dias que não esbraseiam e chuvadas menos ferozes. Sob uma certa espécie de suave chuvisco matinal, a própria terra respira lenta e profundamente. A névoa ergue-se das escuras copas das árvores e das colinas calcárias que rodeiam Ipoh. Névoa cinzenta, refulgentes colinas verdes: em manhãs assim, é fácil perceber quão vividamente partes desta terra devem ter recordado aos antigos governantes britânicos o seu distante país.

A norte de Ipoh, agarrada à orla exterior dos pequenos arrabaldes da cidade, fica Kingfisher Lane, uma longa e estreita estrada de terra que vai da rua «principal» (uma loja de esquina, uma paragem de autocarro, um ou outro camião) até às colinas (antigas, inescrutáveis, crivadas de grutas e povoadas por clandestinos cavernícolas). Aqui, o lânguido bulício da cidade parece distante até nas tardes mais quentes; nas manhãs chuviscosas como esta, é absurdo, improvável. O fumo das fábricas de cimento e os cheiros acres da carrinha do vendedor de carne de porco e do peixeiro são varridos antes que tenham tempo de assentar, mas o ar húmido captura sons e cheiros nativos: a música crepitante de estática do rádio de um vizinho, o aroma doce e generosamente condimentado do caril de carneiro de um outro. O vale sente-se enclausurado e aninhado. Uma calma benevolência segura a manhã na concha da palma da mão.

 

Podem continuar a ler os primeiros capítulos de A Noite é o Dia Todo , de  Preeta Samarasan, aqui.



publicado por Rita Mello às 14:25 | link do entrada | comentar | ver comentários (1) | favorito

 

 

NOJOUD, HEROÍNA CONTEMPORÂNEA

 

Era uma vez uma terra mágica, de lendas tão incríveis como as suas casas em forma de broa de mel decoradas com pequenos traços brancos e muito finos que fazem lembrar linhas de açúcar cristalizado. Um país situado no extremo sul da península Arábica, em contacto com o mar Vermelho e o oceano Índico. Um país com uma história milenar, de torres de adobe alcandoradas nas cristas de montanhas escarpadas. Um país onde o cheiro a incenso paira alegremente sobre os meandros das ruas estreitas e empedradas.

Essa terra chama-se Iémen.

Há muito tempo, porém, os adultos decidiram dar-lhe uma alcunha: a Arábia Feliz – Arabia Felix.

Porque o Iémen faz sonhar. É o reino da rainha de Sabá, uma mulher incrivelmente bela e forte que incendiou o coração do rei Salomão e que é referida em dois livros sagrados, a Bíblia e o Corão. É uma terra misteriosa, onde os homens nunca saem à rua sem a sua adaga encurvada, orgulhosamente usada à cintura, e onde as mulheres escondem a sua beleza atrás de espessos véus negros. É um país que se situa na antiga rota comercial percorrida pelas caravanas dos mercadores de perfumes, de canela e de tecidos. A viagem durava semanas, por vezes meses. Sob o sol, a chuva ou o vento, nunca paravam. Conta-se que os menos resistentes nunca voltavam a casa.

Para desenhar o Iémen, é preciso imaginar um território um pouco maior do que a Grécia, o Nepal e a Síria juntos e que mergulha o nariz no golfo de Adém, em cujas águas movimentadas os piratas de longo curso espreitam as cargas que transitam entre a Índia, a

África, a América e a Europa…

 

Podem continuar a ler os primeiros capítulos de Divorciada aos 10 anos , de  Nojoud Ali, aqui.



publicado por Rita Mello às 14:02 | link do entrada | comentar | ver comentários (1) | favorito

 

 

Nada fazia prever, naquele Verão, o desgosto que em tão curto espaço de tempo iríamos sofrer.

É verdade que a Sheba estivera doente no Outono anterior. «Problemas de rins», foi o diagnóstico do veterinário depois de a examinar. E, quando nos disse, atencioso, que ela agora era um gato de idade, que os rins dela tinham aumentado bastante de tamanho mas que com o tratamento e uma alimentação adequada poderíamos, se tivéssemos sorte, tê-la connosco durante um ano mais, ficámos tolhidos de sofrimento perante a perspectiva de um futuro sem ela.

Durante treze anos, a vida na nossa casa no sudoeste rural de Inglaterra, o West Country, fora dominada por um casal de gatos siameses: a Sheba, a mais esperta, pequenina, uma Blue Point e frágil como uma flor, e o Solomon, o irmão barulhento, um Seal Point, enorme, e o nosso palhacinho trapalhão.

Cada recanto da casa guardava uma memória dos dois a fazer alguma coisa. A Sheba a jogar à apanhada connosco no telhado da carvoeira numa noite de Verão, por exemplo. Encavalitada mesmo na beira do telhado, a berrar desalmadamente que estava Aqui, não podíamos entrar sem ela ou as Raposas podiam Apanhá-La – e quando nos esticávamos para a trazer para o chão passava ligeira para outro canto dizendo Ah ah! Aquela enganou-nos, não foi? Não tinha medo de Raposas…

Ou o Solomon, de dorso escuro e aparentemente tão imóvel como uma cunha de porta, a espreitar impassivelmente pelo portão quando sabia que estávamos de olho nele. O sempre aventureiro Solomon. Nunca no mesmo espaço que nós se o pudesse evitar, e, quando tínhamos de sair e o vigiávamos como seguranças para nos certificarmos de que não fugia (limpar um prato – sair para ver como estava; arrumar uma jarra – sair de novo para ver como estava), encontrávamo-lo sentado ao portão. Muito ostensivamente

Connosco. Sem pensar de todo em sair dali. Por que diabo, inquiria o seu aparelho de visão dorsal, estávamos a vigiá-Lo Tanto? Só estava à espera, bem sabíamos, de desaparecer como um relâmpago siamês logo que desviássemos o olhar.

Algum dia, é certo, seria inevitável perdê-los. A única desfeita que os animais nos fazem é nunca viverem tanto como nós. Mas os gatos vivem mais tempo do que os cães. Tínhamos ouvido falar de siameses com vinte anos ou mais. Além disso, até à doença da Sheba, não só os nossos dois tinham passado pela vida com o entusiasmo de eternos gatinhos, como parecia ter sido há tão pouco o tempo em que eram realmente jovens.

 

Podem continuar a ler os primeiros capítulos de  O Novo Inquilino , de Doreen Tovey, aqui.



publicado por Rita Mello às 12:46 | link do entrada | comentar | ver comentários (1) | favorito

Sexta-feira, 4 de Junho de 2010



publicado por Rita Mello às 09:00 | link do entrada | comentar | favorito

Quarta-feira, 2 de Junho de 2010

 

Sob o sol italiano, um Verão de paixão e segredos…

 

Olhei pela janela, para a desfocada Inglaterra a passar, e decidi que dali em diante cada dia seria um bónus. O meu tempo seria usado sabiamente. Eu ia espremer tudo o que a vida tinha para dar.


A receita para a vida devia ser simples: amor, família, amigos, saúde e uma boa dose de delícias gastronómicas. Mas a vida raramente é simples. Alice sabe também como ela pode ser frágil, por isso quer desfrutá-la ao máximo… e nunca se sente tão viva como quando está a cozinhar. Por seu lado, Babetta passou a vida a cuidar da família. Mas agora a filha já seguiu o seu próprio caminho e o marido caiu num misterioso silêncio, deixando-a a sós com a sua horta numa pequena casa isolada junto à costa italiana.

Um Verão, as vidas destas duas mulheres vão unir-se numa pequena vila no Mediterrâneo, sob a linguagem comum da comida e do amor pela terra. Vai ser aí, sob o calor do sol italiano, ou a sombra da romãzeira, que segredos serão desvendados, e medos e esperanças partilhados. Mas as lições da vida nem sempre são fáceis de aprender…

 

Porque o amor e a coragem são alguns dos ingredientes essenciais para uma vida repleta de sabor, Nicky Pellegrino está de volta com um romance de fazer crescer água na boca e inspirar os corações mais obstinados.



publicado por Rita Mello às 11:28 | link do entrada | comentar | ver comentários (7) | favorito

 

Uma história encantada e exuberante que nos lembra vozes mágicas como as de Arundhati Roy, Kiran Desai e Zadie Smith.

 

Quando Chellam, a jovem criada da família Rajasekharan, é inexplicavelmente despedida, a sua partida abala o frágil mundo de Aasha, de seis anos. Apenas algumas semanas antes, a sua avó faleceu em circunstâncias misteriosas, e a sua irmã adorada partiu para os Estados Unidos para não mais voltar, deixando-a sozinha com um pai ausente, uma mãe amargurada e um esquivo irmão mais velho. A família vive numa das mais imponentes mansões da Malásia mas, por detrás da elegante fachada, reinam fantasmas, mistérios e silêncio. Afinal, qual foi o crime imperdoável de Chellam? Que tragédia esconde o passado desta família?

 

Ao revelar os segredos e mentiras de uma família, Preeta Samarasan expõe as feridas que dilaceram um país misterioso e exótico, num romance de estreia que lhe valeu de imediato a aclamação internacional.



publicado por Rita Mello às 10:14 | link do entrada | comentar | ver comentários (1) | favorito

 

 

“Magnífico!”

The New York Times


“Um romance épico.”

The Guardian

 

“O leitor não vai encontrar neste livro o calor e o pó da Índia mas sim a calidez e o exotismo da Ásia, tal como em A Guardiã dos Sonhos, de Rani Manicka.”

The Independent

 

“Tão assombroso e urgente quanto O Tigre Branco, de Aravind Adiga.”

The Times Literary Supplement

 

“Preeta Samarasan retrata de forma magnífica os conflitos que marcam um país e uma família, num romance vibrante, descritivo e enriquecedor.”

The Observer

 

“Extraordinariamente acutilante, Preeta Samarasan interliga os sofrimentos de uma família com os conflitos sangrentos da Malásia, sábio e maravilhoso romance de estreia sobre as consequências trágicas da incapacidade para amar.”

Booklist

 

Preeta Samarasan tem uma mão segura... A linguagem explode de energia.”

Publishers Weekly

 

“Sumptuoso.”

The Age



publicado por Rita Mello às 10:13 | link do entrada | comentar | favorito

 

 

Preeta Samarasan nasceu e cresceu na Malásia, mas mudou-se para os Estados Unidos quando andava no ensino secundário. Depois de vários anos a trabalhar aparentemente numa dissertação sobre a música cigana em França, quando na verdade escrevia ficção, decide dedicar-se à escrita. Concluiu recentemente um mestrado na Universidade do Michigan, onde uma primeira versão de  A Noite é o Dia Todo recebeu o Hopwood Novel Award. Venceu também o Asian American Writers’ Workshop/Hyphen Magazine Award para o melhor conto. A Noite é o Dia Todo foi finalista do Commonwealth Writers’ Prize para primeiro romance do Sul da Ásia e Pacífico em 2009 e nomeado para o Orange Prize 2009. Foi publicado em catorze países.

 

Para mais informações sobre a autora pode consultar o site preetasamarasan.com



publicado por Rita Mello às 10:12 | link do entrada | comentar | favorito

 

 

 

Chamo-me Nojoud. Tenho dez anos. Os meus pais obrigaram-me a casar com um homem com o triplo da minha idade. Desde que me lembro, aprendi a dizer “sim” a tudo. Hoje, decidi dizer “não”.

 

A infância de Nojoud teve um final abrupto quando o pai lhe arranjou um casamento com um homem muito mais velho, que ignorou o compromisso de esperar que a menina alcançasse a puberdade para ter relações sexuais. O marido roubou-lhe a virgindade na noite de núpcias. Ela tinha apenas dez anos. A sua tenra idade não a impediu de fugir – não para casa, mas para o tribunal. Surpreendentemente, o juiz deu-lhe razão. Algo inédito num país onde mais de metade das raparigas casa antes dos dezoito anos. A sua coragem foi aplaudida pela imprensa internacional e comoveu o mundo inteiro. Nojoud conta agora a sua história. Para quebrar o silêncio e encorajar as outras meninas a lutar pelos seus direitos mais fundamentais.

 

Esta vitória legal sem precedentes conduziu a mudanças no Iémen e em outros países do Médio Oriente, onde as leis dos casamentos de menores estão a ser alteradas.

 

Nojoud foi recentemente distinguida ao lado de Hillary Clinton e Condoleezza Rice como uma das Mulheres do Ano.



publicado por Rita Mello às 10:10 | link do entrada | comentar | ver comentários (1) | favorito

 

 

“Nojoud é uma das mulheres mais dignas que já conheci… Um grande exemplo de coragem.”

Hillary Clinton

 

“Crianças como Nojoud podem ser mais eficazes do que bombas para derrotar os terroristas.”

Nicholas Kristof, The New York Times

 

“Um ícone internacional de tenacidade e coragem.”

The New Yorker

 

“Nojoud tornou-se numa heroína internacional devido à surpreendente coragem com que luta contra o casamento infantil… É incrível que semelhantes abusos e tamanha coragem aconteçam no mundo actual.”

Booklist

 

“O seu caso conquistou a atenção internacional para a prática arcaica de roubar a juventude das raparigas.”

People

 

“Simples e directa, uma obra instrutiva e completamente envolvente.”

Publishers Weekly

 

“Comovente… Uma história de coragem extraordinária.”

Kirkus Reviews



publicado por Rita Mello às 10:00 | link do entrada | comentar | favorito

Nojoud Ali foi a primeira criança a conseguir um divórcio no Iémen. Distinguida como uma das Mulheres do Ano pela Glamour em 2008, a sua história captou a atenção dos media internacionais e levou a que o Iémen adoptasse uma lei que estabelece a idade legal para casar nos dezassete anos. Vive actualmente no Iémen.



publicado por Rita Mello às 09:59 | link do entrada | comentar | favorito

 

Lá estávamos nós, no carro com uma caixa de areia, um saco de peru e, a guinchar a plenos pulmões em cima dos meus joelhos, o nosso novo inquilino.

 

A família Tovey sabe o que é o caos, especialmente o de tipo siamês. Mas quando o seu adorado gato Solomon morre inesperadamente, Charles e Doreen vêem-se confrontados com um dilema: deverão ou não arranjar outro gato?

Mas os animais triunfam sempre na casa dos Tovey, e esta não vai ser excepção. Será, pois, a pensar no melhor para a gatinha Sheba, que o casal se lança à procura de um digno sucessor de Solomon. E é assim que o alvoroçado Seeley dá entrada nesta alegre e caótica casa.

…E Seeley vai deixar bem claro que está à altura de Solomon mal cai num lago repleto de peixes...



publicado por Rita Mello às 09:05 | link do entrada | comentar | favorito

 

 

“Por vezes aparece um livro que nos aquece a alma e o coração… é assim O Novo Inquilino .”

Cat World


“Ninguém escreve sobre gatos com a inteligência, o humor e a ternura de Doreen Tovey.”

The People’s Friend


“Se ainda não descobriu as maravilhosas aventuras de Doreen Tovey e dos seus escandalosos gatos siameses, prepare-se para ficar completamente viciado!”

Your Cat Magazine



publicado por Rita Mello às 09:03 | link do entrada | comentar | favorito

Doreen Tovey (1918-2008) foi presidente do Siamese Cat Club e do West of England Cat Club. Para além de O Novo Inquilino, no catálogo da ASA estão já publicados Gatos à Solta e Gatos em Maio, que deram azo a uma prolífica carreira de escritora e a uma grande legião de leitores.



publicado por Rita Mello às 09:01 | link do entrada | comentar | favorito

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