Terça-feira, 13 de Julho de 2010

 

Commonwealth Writers’ Prize para o Sudeste Asiático e Pacífico Sul 2003


Os sons, os cheiros e os sabores da Malásia.

A vida atribulada de quatro gerações de mulheres.


Os sons, os cheiros e os sabores da Malásia do século XX – um mundo sensual e exótico, povoado de mitos e magia, de deuses e fantasmas – unem-se numa sábia combinação de tradição e realismo mágico para contar uma história de riso, perda, amor e traição, que é, no fundo, o relato da vida atribulada de quatro gerações de mulheres.

Lakshmi é uma jovem de apenas catorze anos quando é obrigada a deixar o Ceilão, onde nasceu e viveu até então, para se casar com um homem bastante mais velho. Cinco anos depois, Lakshmi tem já cinco filhos e, não obstante a sua idade, apercebe-se de que terá de ser ela própria a construir o seu futuro. Implacável na sua determinação, tornar-se-á na admirável matriarca da família. Os seus filhos e filhas, com as suas distintas personalidades e percepções da história, vão configurando a saga familiar, que alterna momentos de alegria e dor, como os vividos aquando da cruel invasão japonesa, que deixará indeléveis cicatrizes em todos eles. Nisha, a neta, será quem finalmente irá reconstruir o mosaico da história familiar e o legado de Lakshmi, a Guardiã de Sonhos, para nos oferecer uma complexa e sensual trama de sentimentos e vivências que atravessa a vida de quatro gerações.



publicado por Rita Mello às 09:55 | link do entrada | comentar | favorito

 

 

“Um livro poderoso!”

Sunday Mirror


Rani Manicka é uma genuína contadora de histórias...”

In Style


“Conseguem vislumbrar-se nesta exótica saga familiar os ecos de Memórias de Uma Gueixa.”

Mirror



publicado por Rita Mello às 09:54 | link do entrada | comentar | favorito

 

Um romance inquietante com um início mágico


Após a morte da mãe, as jovens e belas gémeas Nutan e Zeenat vêem-se forçadas a abandonar a paradisíaca ilha de Bali e a protecção da sua avó, uma grande especialista em magia, tradições e lendas, para se instalarem em Londres, onde tentam ganhar a vida trabalhando num café. Aí conhecem Ricky, um jovem sedutor siciliano que lhes abre as portas do Templo da Aranha, um local decadente e excessivo que mudará para sempre as suas vidas.

Um pintor, a amante de um milionário, uma prostituta e um cabeleireiro de sucesso, todos eles habitantes deste romance, acompanham as duas irmãs nesta aventura carregada de sentimentos, que percorre a frágil fronteira entre a vida e a morte, a corrupção e a inocência.


Magia e exotismo fundem-se com a dura realidade para oferecer uma história inquietante sobre a perda da inocência e a redenção.



publicado por Rita Mello às 09:52 | link do entrada | comentar | favorito

 

“Mais uma vez Rani Manicka deixou-me enfeitiçada com a sua bela prosa e o seu enredo intricadamente tecido. As Flores do Templo é um relato poderoso e sombrio feito por uma contadora de histórias extremamente talentosa.”

Santa Montefiore


“Um romance poderoso, rico em atmosfera e tensão.”

Woman & Home


“Tecido como o belo intricado de uma teia de aranha, As Flores do Templo usa uma escrita lírica e requintada para nos apresentar a dura realidade da inocência perdida.”

Heat


“Vibrante e inquietante.”

The Sydney Morning Herald


“Uma leitura poderosa e perturbante.”

Glamour



publicado por Rita Mello às 09:51 | link do entrada | comentar | favorito

Quinta-feira, 8 de Julho de 2010

 

 

Para além de A Cor do Hibisco, que romances de Chimamanda Ngozi Adichie foram já publicados na ASA?

 

Envie a sua resposta para joanneharris@sapo.pt – e se estiver correcta e for a 1.ª, a 25.ª, a 50.ª  75.ª ou a 100.ª a chegar, ganha automaticamente um dos cinco exemplares de A Cor do Hibisco, de Chimamanda Ngozi Adichie, que a ASA tem para oferecer. A data limite é segunda-feira, dia 12 de Julho.



publicado por Rita Mello às 14:07 | link do entrada | comentar | favorito

 

 

Para além de O Amante Japonês, que romances de Rani Manicka foram já publicadas na ASA?

Resposta: A Guardiã dos Sonhos e As Flores do Templo.

 

Vencedores:

01 – Eduarda Ferreira André

25 – Bruno Martins Azevedo

50 – Maria Leontina Costa Lopes

75 – Ana Rute Duarte

100 – Márcia Machado

 

Parabéns aos vencedores e obrigada a todos os participantes!



publicado por Rita Mello às 14:05 | link do entrada | comentar | ver comentários (1) | favorito

Segunda-feira, 5 de Julho de 2010

 

 

Para além de O Amante Japonês, que romances de Rani Manicka foram já publicadas na ASA?

 

Envie a sua resposta para joanneharris@sapo.pt – e se estiver correcta e for a 1.ª, a 25.ª, a 50.ª  75.ª ou a 100.ª a chegar, ganha automaticamente um dos cinco exemplares de O Amante Japonês, de Rani Manicka, que a ASA tem para oferecer. A data limite é quarta-feira, dia 7 de Julho.



publicado por Rita Mello às 15:28 | link do entrada | comentar | ver comentários (1) | favorito

 

 

De que país é originária Nojoud Ali?

Resposta: Iémen.

 

Vencedores:

01 – Ana Mendes

10 – Rosa Martins Fernandes

25 – Isa Rodrigues

50 – Antónia da Graça Craveiro Estrela

100 – Ermelinda Pepe Godinho

 

Parabéns aos vencedores e obrigada a todos os participantes!



publicado por Rita Mello às 15:27 | link do entrada | comentar | ver comentários (1) | favorito

Sexta-feira, 2 de Julho de 2010

 

Como poderia ela dizer-lhe que tinha estado toda a vida à espera de amor, de um amor que não conhecesse limites?

 

Parvathi é uma sonhadora. Mais do que tudo, deseja amar – e ser amada – sem restrições. Mas o pai tem para ela planos que incluem um casamento arranjado com um desconhecido. Ele é um viúvo rico da Malásia, para onde a jovem será obrigada a partir. Recém-chegada a uma terra desconhecida, vê-se a braços com a fúria do marido. É que o pai de Parvathi enganou-o, enviando-lhe a fotografia de uma rapariga diferente… e mais bonita. Mas, lentamente, marido e mulher chegam a um entendimento. Ela é uma esposa dedicada mas vive um casamento sem paixão. No seu íntimo, continua a sonhar. O mundo à sua volta está em convulsão, e a sua própria vida rapidamente mudará também: o marido morre e a Malásia é invadida pelo Japão. Para salvar a dignidade da enteada, Parvathi aceita entregar-se todas as noites ao general japonês que lhe ocupa a casa. Será desta forma inesperada que conhece pela primeira vez a paixão. Gradualmente, o seu inimigo de morte transforma-se no amante por quem sempre ansiou…

 

Povoada de mitos e magia, esta exótica saga familiar é um retrato inesquecível da história recente da Malásia e um hino ao poder do amor incondicional.



publicado por Rita Mello às 16:02 | link do entrada | comentar | ver comentários (2) | favorito

 

 

Rani Manicka colocou a Malásia no panorama literário internacional.”

Time

 

“Uma escritora com um talento sensacional.”

The Sunday Tribune



publicado por Rita Mello às 16:00 | link do entrada | comentar | favorito

 

 

Rani Manicka nasceu na Malásia. Formada em Economia na Alemanha, divide o seu tempo entre a Grã-Bretanha e a Malásia. Para além de O Amante Japonês, na ASA foram já publicados os seus romances, A Guardiã dos Sonhos, vencedor do Commonwealth Writers’ Prize para o Sudeste Asiático e Pacífico Sul em 2003, e As Flores do Templo , nomeado para o International IMPAC Dublin Literary Award em 2006. Os seus romances estão traduzidos para vinte e duas línguas e alcançaram já uma grande aclamação internacional.



publicado por Rita Mello às 15:59 | link do entrada | comentar | favorito

 

Da autora de Meio Sol Amarelo

 

Os limites do mundo da jovem Kambili são definidos pelos muros da luxuosa propriedade da família e pelas regras de um pai repressivo. O dia-a-dia é regulado por horários: rezar, dormir, estudar e rezar ainda mais. A sua vida é privilegiada mas o ambiente familiar é tudo menos harmonioso. O pai tem expectativas irreais para a mulher e os filhos, e pune-os severamente quando se mostram menos que perfeitos.

Quando um golpe militar ameaça fazer desmoronar a Nigéria, o pai de Kambili envia-a, juntamente com o irmão, para casa da tia. É aí, nessa casa cheia de energia e riso, que ela descobre todo um novo mundo onde os livros não são proibidos, os aromas a caril e a noz-moscada impregnam o ar, e a alegria dos primos ecoa.

Esta visita vai despertá-la para a vida e o amor e acabar de vez com o silêncio sufocante que a amordaçava. Mas a sua desobediência vai ter consequências inesperadas...


Uma obra sobre a ânsia pela liberdade, o amor e o ódio, e a linha ténue que separa a infância da idade adulta, que marcou a estreia de uma escritora extraordinária.



publicado por Rita Mello às 15:55 | link do entrada | comentar | ver comentários (1) | favorito

 

 

“A literatura africana tem uma nova voz, elegante e por vezes luminosa, herdeira do talento dos antigos contadores de histórias.”

José Riço Direitinho, Público

 

“Uma história delicada e comovente sobre uma jovem vítima da intolerância religiosa e sobre o lado negro do Estado nigeriano.”

J. M. Coetzee

 

A Cor do Hibisco é o melhor romance de estreia desde O Deus das Pequenas Coisas , de Arundhati Roy.”

The Times

 

“Uma estreia arrebatadora…”

The Washington Post

 

“A voz poderosa e lírica de Adichie garantiu-lhe um lugar junto de escritores como Gabriel García Márquez, Alex Haley e Chinua Achebe.”

San Diego Union-Tribune

 

“Um dos melhores romances africanos dos últimos anos.”

The Baltimore Sun

 

“Uma prosa tão exuberante quanto a paisagem nigeriana que evoca…”

The Boston Globe

 

“Esplêndido.”

Vanity Fair

 

“A missão de um escritor é criar um mundo tão detalhado, evocativo e emocionalmente verdadeiro que, tal como Alice, o leitor caia nele. Adichie fez exactamente isso, colocando junto aos frangipânis e às buganvílias do seu país natal uma família desmoralizada e degradada pela crueldade do pai. Espectacular.”

The Minneapolis Star Tribune

 

“Esplêndido… Com A Cor do Hibisco , Adichie afirmou-se como uma escritora de um enorme talento com histórias importantes para contar.”

Bust

 

“Uma história poderosa e maravilha.”

The Observer

 

“Envolvente.”

Kirkus Reviews

 

“Resplandecente e luminoso, este romance de estreia seduz o leitor desde a primeira página e perdura na memória muito depois do seu trágico final.”

Publishers Weekly

 

“Maravilhosamente escrito.”

Library Journal



publicado por Rita Mello às 15:53 | link do entrada | comentar | favorito

 

 

Chimamanda Ngozi Adichie nasceu na Nigéria, em 1977, tendo ido estudar para os Estados Unidos aos dezanove anos. Os seus contos apareceram em diversas publicações e receberam inúmeros galardões como o da BBC Short Story Competition em 2002 e o O. Henry Short Story Prize em 2003. A Cor do Hibisco , o seu primeiro romance, foi distinguido com o Hurston/Wright Legacy Award 2004 e o Commonwealth Writers’ Prize 2005, tendo também sido finalista do Orange Broadband Prize 2004 e nomeado para o Man Booker Prize 2004. Meio Sol Amarelo, já publicado pela ASA, venceu, em 2007, o Orange Broadband Prize, o Anisfield-Wolf Book Award e o PEN “Beyond Margins Award”. A escritora foi também distinguida, em 2008, com um Future Award na categoria de Jovem do Ano e recebeu uma bolsa da MacArthur Foundation, considerada a “bolsa dos génios”, no valor de 500 mil dólares. Recentemente, encabeçou a lista da The New Yorker dos 20 autores com menos de 40 anos cuja obra vale a pena acompanhar. A sua obra encontra-se traduzida em trinta e uma línguas.



publicado por Rita Mello às 15:50 | link do entrada | comentar | favorito

 

Algumas pessoas estão destinadas a ficar juntas.

 

Uma arrebatadora história de amor.

A prova de que a realidade pode ultrapassar a ficção.

 

Alan e Irene conheceram-se num orfanato, nos anos 50. Ele tinha sete anos, ela tinha nove. Eram ambos sensíveis e solitários. Naquele meio hostil, tornaram-se inseparáveis. Mas a proximidade entre meninos e meninas não era bem vista e, embora se desdobrassem em cuidados e peripécias, o inevitável aconteceu: a inocente amizade foi descoberta. Alan foi levado para outro orfanato sem ter, sequer, direito a um adeus. A Irene disseram que ele fora adoptado e, embora destroçada, a menina encontrou consolo na ideia de o amigo ter então um lar carinhoso e feliz. Mas a realidade era bem diferente. Abandonado e só, Alan queria apenas dizer a Irene que nunca a esqueceria. Por ela, fugiu vezes sem conta. Foi sempre apanhado e, de cada vez, os castigos foram mais brutais.

Os anos passaram mas o laço entre eles nunca foi quebrado. Nas suas vidas – frequentemente difíceis, sempre solitárias – sabiam faltar algo. Sem saberem, frequentaram durante anos as mesmas lojas, o mesmo bairro…

Até que, um dia, quarenta anos depois, Irene e Alan cruzaram-se casualmente na rua. Ambos souberam de imediato que nada nem ninguém voltaria a separá-los. Relato doloroso de abandono, crueldade e sobrevivência, Almas Gémeas é, acima de tudo, uma história espantosa que confirma uma verdade fundamental: o amor consegue vencer todos os obstáculos.



publicado por Rita Mello às 15:43 | link do entrada | comentar | ver comentários (1) | favorito

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