Quarta-feira, 31.08.11

 

 

 



publicado por Rita Mello às 15:04 | link do entrada | comentar | ver comentários (6) | favorito

Sexta-feira, 11.06.10

 

Para além de Os Ingredientes do Amor , que romances de Nicky Pellegrino foram já publicados na ASA?

Resposta: Caffè Amore, A Filha do Pescador e A Noiva Italiana.

 

Vencedores:

01 – Angelina Rosa Nogueira Santos Violante

10 – Miriam Reis

25 – Ilda Maria Carvalho

50 – Patrícia Lima

100 – Sabine Martins Mendes

 

Parabéns às vencedoras e obrigada a todos os participantes!



publicado por Rita Mello às 15:27 | link do entrada | comentar | ver comentários (9) | favorito

Terça-feira, 08.06.10

 

Para além de Os Ingredientes do Amor, que romances de Nicky Pellegrino foram já publicados na ASA?

 

Envie a sua resposta para joanneharris@sapo.pt – e se estiver correcta e for a 1.ª, a 10.ª, a 25.ª, a 50.ª ou a 100.ª a chegar, ganha automaticamente um dos cinco exemplares de Os Ingredientes do Amor, de Nicky Pellegrino, que a ASA tem para oferecer. A data limite é quinta-feira, dia 10 de Junho.



publicado por Rita Mello às 10:45 | link do entrada | comentar | favorito

Segunda-feira, 07.06.10

 

PRÓLOGO


Um velho cão ladrava no jardim da Vila Rosa, correndo por entre um emaranhado de alcachofras, perseguindo um pássaro como se ainda fosse um cachorrinho. Atravessou o terraço inundado pelas buganvílias, correu pelo mosqueado limoal e através dos relvados descolorados pelo sol. Quando por fim o animal se calou, os únicos sons audíveis eram o assobiar da brisa por entre as romãzeiras e o bater do mar nas rochas mais abaixo.

A casa estava vazia e aferrolhada contra intrusos, com os portões altos solidamente fechados. Só o cãozinho e os lagartos de dorso verde sabiam como entrar pelo buraco da parede quase tapado pelo matagal.

Parecia um lugar desolado, esquecido. Há muito que os canteiros se tinham rendido e as glicínias cresciam selvagens. Mas alguém estivera ali. Os frutos tinham sido colhidos das árvores no final do Verão e os caminhos varridos das folhas do Outono.

Os elementos não poupavam a casa. O vento salgado e o sol abrasador tinham empolado as portadas envernizadas e desbotado o tom rosado das paredes. Se o telhado não tivesse sido amparado com pedras, as telhas poderiam ter-se levantado nas tempestades mais rigorosas e as pesadas chuvas de Inverno ter-se-iam infiltrado. Dentro da casa o pó jazia intacto, chávenas de café repousavam viradas para baixo no escorredor em que alguém as deixara, uma cama permanecia por fazer. Quadros tinham sido retirados das paredes deixando apenas as suas sombras. Teias de aranha decoravam o tecto.

Podia ter sido há meses que alguém ali morara.

Ou anos.

 

Podem continuar a ler os primeiros capítulos de  Os Ingredientes do Amor, de  Nicky Pellegrino, aqui.



publicado por Rita Mello às 14:30 | link do entrada | comentar | ver comentários (3) | favorito

Sexta-feira, 04.06.10



publicado por Rita Mello às 09:00 | link do entrada | comentar | favorito

Quarta-feira, 02.06.10

 

Sob o sol italiano, um Verão de paixão e segredos…

 

Olhei pela janela, para a desfocada Inglaterra a passar, e decidi que dali em diante cada dia seria um bónus. O meu tempo seria usado sabiamente. Eu ia espremer tudo o que a vida tinha para dar.


A receita para a vida devia ser simples: amor, família, amigos, saúde e uma boa dose de delícias gastronómicas. Mas a vida raramente é simples. Alice sabe também como ela pode ser frágil, por isso quer desfrutá-la ao máximo… e nunca se sente tão viva como quando está a cozinhar. Por seu lado, Babetta passou a vida a cuidar da família. Mas agora a filha já seguiu o seu próprio caminho e o marido caiu num misterioso silêncio, deixando-a a sós com a sua horta numa pequena casa isolada junto à costa italiana.

Um Verão, as vidas destas duas mulheres vão unir-se numa pequena vila no Mediterrâneo, sob a linguagem comum da comida e do amor pela terra. Vai ser aí, sob o calor do sol italiano, ou a sombra da romãzeira, que segredos serão desvendados, e medos e esperanças partilhados. Mas as lições da vida nem sempre são fáceis de aprender…

 

Porque o amor e a coragem são alguns dos ingredientes essenciais para uma vida repleta de sabor, Nicky Pellegrino está de volta com um romance de fazer crescer água na boca e inspirar os corações mais obstinados.



publicado por Rita Mello às 11:28 | link do entrada | comentar | ver comentários (7) | favorito

Sexta-feira, 28.05.10

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



publicado por Rita Mello às 16:57 | link do entrada | comentar | ver comentários (6) | favorito

Sexta-feira, 24.07.09

 

O Chocolate para a Alma vai de férias nas próximas duas semanas. Não vai ser propriamente Um Verão em Siena, mas quase... Vai ser mais um Verão em Biarritz, Cannes, Florença e Amalfi. Quem sabe não encontro por lá a Nicky Pellegrino, a Esther Freud ou a Elizabeth Edmondson a pesquisarem para os seus próximos romances?



publicado por Rita Mello às 14:15 | link do entrada | comentar | ver comentários (5) | favorito

Segunda-feira, 01.06.09

A Noiva Italiana, de Nicky Pellegrino, está em primeiro lugar no top de livros dos hipermercados Jumbo. Além disso, já se encontra também em oitavo lugar no top do El Corte Inglés.



publicado por Rita Mello às 17:22 | link do entrada | comentar | favorito

Quarta-feira, 27.05.09

 

Vera Coutinho:

Não tenho asas para voar mas uma "ASA" que me faz sonhar e me leva a sítios como Itália, onde a comida é um primor e tudo é feito com muito amor.

 

Ana Cristina Martins:

Na Itália para a comida ficar com mais sabor, o segredo é juntar alguns gramas de amor.

 

Carla Martins:

Uma viagem a Itália é sempre garantida

se não for pelo amor será pela comida!

 

Ana Silva

Itália é o país do eterno romance,

onde as palavras falam de amor,

a comida encanta o paladar

e a vida é um sonho constante!

 

Vanessa Casais

O teu nome pronunciei de costas voltadas para a fonte de Trevi enquanto atirava uma moeda

A paixão por ti, pelo teu perfume, pela comida e pelo Lambrusco ainda estão bem vivos na minha memória

Um dia sei que voltarei contigo a Itália, é assim a lenda, voltarei com o meu verdadeiro amor

E aí talvez se adivinhe um desfecho para a nossa história...



publicado por Rita Mello às 15:10 | link do entrada | comentar | ver comentários (3) | favorito

Terça-feira, 26.05.09



publicado por Rita Mello às 16:57 | link do entrada | comentar | favorito

Segunda-feira, 18.05.09

Escreva uma frase com as palavras Itália, comida e amor e habilite-se a ganhar um dos cinco exemplares de A Noiva Italiana, de Nicky Pellegrino, que a ASA tem para lhe oferecer.

A frase terá de ser enviada até sexta-feira, dia 22 de Maio, para joanneharris@sapo.pt



publicado por Rita Mello às 16:02 | link do entrada | comentar | ver comentários (3) | favorito

Quinta-feira, 14.05.09

Antes de escrever A Noiva Italiana, Nicky Pellegrino publicou dois romances com grande sucesso em Portugal e um pouco por todo o mundo: Caffè Amore e A Filha do Pescador.

 

 

Amor, Itália e pasta são os ingredientes indispensáveis para o mais saboroso romance deste Verão


Itália, 1964. Maria Domenica é a filha mais velha de Pepina e Erminio Carrozza, uma família de agricultores da pequena aldeia de San Giulio. Aos dezasseis anos, a vida de Maria está limitada à cozinha da sua mãe e ao Caffè Angeli, um local de convívio, de café intenso e do famoso ricotta sfolgliatelle.
Os pais de Maria têm grandes expectativas para a sua bela primogénita, mas ela tem outros planos… entre eles, uma fuga para Roma. Um ano depois, Maria está grávida de oito meses e vê-se obrigada a regressar a San Giulio, onde a espera um casamento de fachada. Mas Maria não desiste de procurar uma nova vida para si e para a sua filha, Chiara, mesmo que isso signifique ir contra as convenções e tradições, e rapidamente volta a fugir, desta vez para a Grã-Bretanha. Muitos anos mais tarde, vai ser Chiara a regressar a San Giulio, onde descobre que a vida simples que procura não é tão simples como parece – principalmente no que diz respeito ao passado.

Repleto de personagens fascinantes, paisagens belíssimas, cheiros e sabores tentadores, Caffè Amore retrata de forma magnífica o universo feminino, num claro piscar de olhos a obras como
Chocolate, de Joanne Harris.

 

 

Um romance de fazer crescer água na boca. O relato comovente da vida de uma mulher e da sua busca do amor


Raffaella Moretti, de longe a rapariga mais bonita de Triento, no Sul de Itália, está prestes a casar com o único rapaz que alguma vez amou e que, afortunadamente, é proveniente da família mais rica da cidade. A vida parece sorrir-lhe de tal forma que ela está longe de imaginar que passado muito pouco tempo será viúva e ganhará a vida limpando uma casa que não é a sua. À medida que Raffaella luta para reconquistar a sua felicidade perdida, apercebe-se de que há todo um mundo lá fora a que, até então, era alheia. Ao desvendar histórias de engano, mistério, luxúria e amores perdidos, a jovem tenta ajudar as pessoas que a rodeiam. Há Silvana, com a sua paixão mal escondida; Carlotta, a filha do jardineiro, que carrega uma misteriosa dor; e o simpático e gentil dono da Casa de Chá Cigana. Mas à medida que as suas vidas se interligam, Raffaella é atirada para o centro de um conflito que ameaça não apenas dividir Triento, mas também destruir tudo o que lhe é querido.


Recheado da mais saborosa comida, pleno de paixão e mistérios, A Filha do Pescador decorre numa cidade com tanta personalidade que não é difícil perdermo-nos nas suas ruas, esplanadas, mercados e pizarias, que constituem, afinal, o mundo de Raffaella, e tornarmo-nos numa pequena parte do interminável espectáculo da sua vida.



publicado por Rita Mello às 13:44 | link do entrada | comentar | ver comentários (8) | favorito

Terça-feira, 12.05.09

 

Quem é a sua escritor favorita?

Adoro todos os livros de Amy Tan. Ela consegue combinar histórias e personagens envolventes. E faz-me sempre querer comer boa comida chinesa.

Qual o primeiro livro que se lembra de ler?

Eu era fã de Enid Blyton. Lembro-me de um livro chamado The Children of Cherry Tree Farm, que vou lendo de vez em quando. Penso que era basicamente sobre um grupo de crianças da cidade a descobrir a Natureza.

Onde mora? E porquê?

Moro em Auckland, na Nova Zelândia, sobretudo porque me apaixonei por um kiwi [nome dado aos naturais da Nova Zelândia]. Mas adoro também as enormes praias desertas e o facto de ter uma população pequena. Este país ainda está imaculado e se ainda não o visitaram deveriam fazê-lo.

Qual a maior influência na sua escrita?

Os meus pais. O meu pai é do Sul de Itália e a minha mãe do Norte de Inglaterra. Ambos os lugares e as pessoas que lá conheci moldaram o meu modo de pensar e escrever.

Onde costuma escrever?

Oficialmente, numa pequena cabana húmida no fundo do jardim. Na verdade, na cama, no sofá, na mesa de jantar, nas férias…

Máquina de escrever, processador de texto ou caneta?

O meu iBook. Tenho a certeza de que faz um monte de coisas espectaculares mas a única coisa que faço com ele é escrever.

Qual o seu herói ou vilão favoritos?

Não tenho.

Onde nasceu e cresceu?

Nasci em Liverpool e cresci em Wallasey, mesmo acima do rio Mersey. O meu pai trabalhava numa fábrica e a minha mãe dedicava-se a educar-nos.

Qual a sua filosofia de vida?

Não te limites. E tenta acordar feliz.

Quantos irmãos e irmãs tem?

Tenho dois irmãos. Vince é actor e tem aparecido em programas televisivos como Casualty e Where the Heart Is. Eduardo está a tirar um doutoramento em Física.

Gostou do seu tempo de escola? O que é que quis ser desde pequena e quando e como é que mudou de ideias?

Tal como muita gente, sempre imaginei que um dia ia escrever um romance. Se soubesse que era apenas uma questão de me sentar e começar, talvez já o tivesse feito mais cedo.

Quais as suas cinco músicas favoritas?

Qualquer uma cantada por Nina Simone.

Quais as primeiras peças literárias que escreveu?

Escrevi um poema chamado “I Wish I Had a Poney” quando era muito nova. Só passados trinta anos é que escrevi novamente.

Quem admira mais e porquê?

Qualquer pessoa que tenha a coragem de ir atrás dos seus sonhos.

Que empregos teve antes de começar a escrever?

Ainda tenho um emprego. Sou editora de uma revista chamada New Zealand Weddings. O meu sonho é ser escritora a tempo inteiro, mas ainda me falta um bocado de coragem nesse capítulo.

Se a sua casa se incendiasse o que é que salvava?

O meu marido, o meu caniche Fergus e o meu portátil (que tem o primeiro rascunho do meu próximo romance).

Qual a sua melhor ou pior experiência de férias?

Parti um dedo do pé na minha noite de núpcias. Estávamos nas ilhas Fiji na altura, por isso acho que conta como férias. Estava convencida de que o meu novo marido se tinha afogado na piscina do hotel, por isso comecei a correr como uma louca no escuro. O inevitável aconteceu e estatelei-me no chão. O meu marido apareceu logo a seguir. Tinha ido levar a mãe ao quarto do hotel.

Qual a sua experiência mais embaraçosa?

Na noite anterior ao meu casamento tropecei numa palmeira no escuro e esfolei a minha perna toda. A ferida resultante conseguia-se ver através do meu vestido de noiva. Senti-me humilhada. Naquela altura, não sabia que o incidente com o dedo do pé iria doer muito mais.

Como escreve os romances?

Penso bastante nele e depois planeio o enredo básico e as personagens. Frequentemente as coisas mudam à medida que desenvolvo a história.

Tem alguma história (ou curiosidade) em relação à investigação ou escrita dos seus livros?

A minha ideia inicial para Caffè Amore envolvia passar três meses em Itália com as minhas tias a ensinarem-me a cozinhar. Infelizmente isso nunca aconteceu. Mas consegui usar o livro como desculpa para viajar para Itália e para comer quantidades inimagináveis de mozzarella de búfala, tudo em nome da pesquisa.

Os seus livros já foram adaptados à televisão ou ao cinema?

Quem me dera.

Qual o seu dia típico de escrita?

Não os tenho propriamente. Escrevo aos fins-de-semana, noites ou quando estou de folga do trabalho. O truque é ignorar as teias de aranha no tecto, a roupa por lavar, a despensa vazia, etc. e mergulhar de cabeça na escrita sempre que tenho a oportunidade.

O que costuma fazer quando não está a escrever? Como relaxa? Quais são os seus passatempos?

Tenho um cavalo numa quinta perto de uma linda praia de areia negra chamada Muriwai. É um grande alazão puro-sangue chamado Boxer e adoro fazer saltos a cavalo, mas acontece que sou bastante má nisso!

Que coisa sobre si pode surpreender mais as pessoas?

Tenho mais de 1,80 metros.

Quer acrescentar mais alguma coisa?

Hum, não.



publicado por Rita Mello às 14:18 | link do entrada | comentar | favorito

Segunda-feira, 11.05.09

 

O manequim estava encostado no canto do quarto de Pieta, no sótão. O vestido que ela tinha enfiado nele não era mais do que um molde toscamente alinhavado, mas Pieta via a forma que viria a tomar. A bela guarnição de pérolas, a queda da cauda, a faixa atada à cinta. Ia ser magnífico.

 

Era o momento que Pieta mais adorava. Quando o vestido e o futuro da noiva encerravam um manancial de promessas. Por vezes, mais tarde, havia desilusões, talvez mesmo desgostos. Mas este momento, em que o vestido não era mais do que uma forma rudimentar e toda a sua beleza ainda estava aprisionada na imaginação de Pieta, era o melhor de todos.

 

Normalmente, Pieta conhecia o vestido antes de conhecer a noiva. A visão do que criaria com os seus rolos de renda, tule e seda surgia-lhe na cabeça ainda antes de terminar a primeira reunião. Mais tarde, durante as intermináveis provas, vergaria a noiva à sua vontade, tão suave e persuasivamente que elas pareciam sempre pensar que a ideia era sua. Esqueça a flor de tecido na anca; não, nada de bainhas elaboradas. Isso, isso, assim é que fica bem.

 

Na última prova, quando a noiva ia para a Sala dos Espelhos e lhe calçavam sapatos e colocavam um véu sobre o rosto, Pieta sentia-se sempre triste. Estava prestes a libertar o seu vestido para o mundo e sabia-se lá como este – e a mulher que o envergava – se iriam sair, pois havia coisas bem piores do que um rasgão na renda, ou bainhas sujas, e Pieta sabia-o.

 

E este vestido, o que envolvia o manequim no seu quarto, era diferente. Mais importante do que qualquer um dos seus predecessores, era mais difícil separar-se dele. Pieta sentou-se na cama, apoiada contra as almofadas, e contemplou o molde. Esta peça simples seria o vestido de noiva da sua irmã mais nova, e tudo nele tinha de ser perfeito.

 

Continue a ler A Noiva Italiana aqui.



publicado por Rita Mello às 16:49 | link do entrada | comentar | favorito

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