Terça-feira, 15.06.10

 

 

Em que país nasceu Preeta Samarasan, autora de A Noite é o Dia Todo?

Resposta: Malásia

 

Vencedores:

01 – António Teixeira Machado

10 – Rosa Maria Viegas Candeias

25 – Cláudia Baptista

50 – Ângela Guilherme

100 – Bruna Cunha

 

Parabéns aos vencedores e obrigada a todos os participantes!



publicado por Rita Mello às 17:13 | link do entrada | comentar | ver comentários (9) | favorito

Sexta-feira, 11.06.10

 

 

Em que país nasceu Preeta Samarasan, autora de A Noite é o Dia Todo?

 

Envie a sua resposta para joanneharris@sapo.pt – e se estiver correcta e for a 1.ª, a 10.ª, a 25.ª, a 50.ª ou a 100.ª a chegar, ganha automaticamente um dos cinco exemplares de A Noite é o Dia Todo, de Preeta Samarasan, que a ASA tem para oferecer. A data limite é segunda-feira, dia 14 de Junho.



publicado por Rita Mello às 15:33 | link do entrada | comentar | ver comentários (4) | favorito

Segunda-feira, 07.06.10

 

 

 

A IGNOMINIOSA PARTIDA DE CHELLAM-A-CRIADA, FILHA-DE-MUNIANDY


6 de Setembro de 1980


A esticar-se, delicada como a cabeça de uma ave do fino pescoço do istmo de Kra, há uma terra que representa metade do país chamado Malásia. Onde mergulha o bico no mar da China Meridional, Singapura tremeluz como uma bolha que lhe tivesse escapado da garganta. Esta cabeça de ave é uma terra sem Primavera, sem Verão, sem Outono e sem Inverno. Um dia pode ser um nico mais chuvoso ou um poucochinho mais seco do que o anterior, mas quase todos são quentes, húmidos, claros, ardentes de preguiçosa vida tropical, instigadores de infindáveis pausas para o chá e de loucas, atropeladas e buzinadas corridas através da cidade para chegar a casa antes da chuvada da tarde. São estas as chuvas mais familiares, as violentas e prateadas cordas de água que inundam os campos de jogos e obrigam os empregados de escritório a patinhar até às paragens de autocarro com sapatos que se enchem como baldes. Turbulentas e dramáticas, as chuvas vesperais provocam engarrafamentos de trânsito simultaneamente terríveis – sufocados pelos fumos negros dos camiões e ensurdecidos pelo guinchar dos travões dos autocarros escolares – e belos, iluminados pelas coleantes serpentinas de luz amarelo-aguado dos faróis que se estendem a perder de vista, com o clarão azulado dos candeeiros a reflectir-se nas poças que alastram, com a fluorescente melancolia dos quiosques desertos ao longo dos passeios. Todos os dias parecem começar com uma labareda e acabar com um dilúvio, de tal modo que o passado e o presente e o futuro correm juntos num infinito e fumegante rio.

Na verdade, porém, há dias que não esbraseiam e chuvadas menos ferozes. Sob uma certa espécie de suave chuvisco matinal, a própria terra respira lenta e profundamente. A névoa ergue-se das escuras copas das árvores e das colinas calcárias que rodeiam Ipoh. Névoa cinzenta, refulgentes colinas verdes: em manhãs assim, é fácil perceber quão vividamente partes desta terra devem ter recordado aos antigos governantes britânicos o seu distante país.

A norte de Ipoh, agarrada à orla exterior dos pequenos arrabaldes da cidade, fica Kingfisher Lane, uma longa e estreita estrada de terra que vai da rua «principal» (uma loja de esquina, uma paragem de autocarro, um ou outro camião) até às colinas (antigas, inescrutáveis, crivadas de grutas e povoadas por clandestinos cavernícolas). Aqui, o lânguido bulício da cidade parece distante até nas tardes mais quentes; nas manhãs chuviscosas como esta, é absurdo, improvável. O fumo das fábricas de cimento e os cheiros acres da carrinha do vendedor de carne de porco e do peixeiro são varridos antes que tenham tempo de assentar, mas o ar húmido captura sons e cheiros nativos: a música crepitante de estática do rádio de um vizinho, o aroma doce e generosamente condimentado do caril de carneiro de um outro. O vale sente-se enclausurado e aninhado. Uma calma benevolência segura a manhã na concha da palma da mão.

 

Podem continuar a ler os primeiros capítulos de A Noite é o Dia Todo , de  Preeta Samarasan, aqui.



publicado por Rita Mello às 14:25 | link do entrada | comentar | ver comentários (1) | favorito

Quarta-feira, 02.06.10

 

Uma história encantada e exuberante que nos lembra vozes mágicas como as de Arundhati Roy, Kiran Desai e Zadie Smith.

 

Quando Chellam, a jovem criada da família Rajasekharan, é inexplicavelmente despedida, a sua partida abala o frágil mundo de Aasha, de seis anos. Apenas algumas semanas antes, a sua avó faleceu em circunstâncias misteriosas, e a sua irmã adorada partiu para os Estados Unidos para não mais voltar, deixando-a sozinha com um pai ausente, uma mãe amargurada e um esquivo irmão mais velho. A família vive numa das mais imponentes mansões da Malásia mas, por detrás da elegante fachada, reinam fantasmas, mistérios e silêncio. Afinal, qual foi o crime imperdoável de Chellam? Que tragédia esconde o passado desta família?

 

Ao revelar os segredos e mentiras de uma família, Preeta Samarasan expõe as feridas que dilaceram um país misterioso e exótico, num romance de estreia que lhe valeu de imediato a aclamação internacional.



publicado por Rita Mello às 10:14 | link do entrada | comentar | ver comentários (1) | favorito

 

 

“Magnífico!”

The New York Times


“Um romance épico.”

The Guardian

 

“O leitor não vai encontrar neste livro o calor e o pó da Índia mas sim a calidez e o exotismo da Ásia, tal como em A Guardiã dos Sonhos, de Rani Manicka.”

The Independent

 

“Tão assombroso e urgente quanto O Tigre Branco, de Aravind Adiga.”

The Times Literary Supplement

 

“Preeta Samarasan retrata de forma magnífica os conflitos que marcam um país e uma família, num romance vibrante, descritivo e enriquecedor.”

The Observer

 

“Extraordinariamente acutilante, Preeta Samarasan interliga os sofrimentos de uma família com os conflitos sangrentos da Malásia, sábio e maravilhoso romance de estreia sobre as consequências trágicas da incapacidade para amar.”

Booklist

 

Preeta Samarasan tem uma mão segura... A linguagem explode de energia.”

Publishers Weekly

 

“Sumptuoso.”

The Age



publicado por Rita Mello às 10:13 | link do entrada | comentar | favorito

 

 

Preeta Samarasan nasceu e cresceu na Malásia, mas mudou-se para os Estados Unidos quando andava no ensino secundário. Depois de vários anos a trabalhar aparentemente numa dissertação sobre a música cigana em França, quando na verdade escrevia ficção, decide dedicar-se à escrita. Concluiu recentemente um mestrado na Universidade do Michigan, onde uma primeira versão de  A Noite é o Dia Todo recebeu o Hopwood Novel Award. Venceu também o Asian American Writers’ Workshop/Hyphen Magazine Award para o melhor conto. A Noite é o Dia Todo foi finalista do Commonwealth Writers’ Prize para primeiro romance do Sul da Ásia e Pacífico em 2009 e nomeado para o Orange Prize 2009. Foi publicado em catorze países.

 

Para mais informações sobre a autora pode consultar o site preetasamarasan.com



publicado por Rita Mello às 10:12 | link do entrada | comentar | favorito

Sexta-feira, 28.05.10

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



publicado por Rita Mello às 16:57 | link do entrada | comentar | ver comentários (6) | favorito

Quinta-feira, 19.03.09

 

Evening Is the Whole Day, de Preeta Samarasan, foi nomeado para o Orange Prize for Fiction 2009, anunciou na quarta-feira fonte do galardão.

 

Passada na Malásia pós-colonial, Evening Is the Whole Day é uma saga familiar sobre segredos e crimes, esperança e sonhos, num país onde as comunidades malaias, chinesas e indianas lutam pelos seus lugares na sociedade.

 

Segundo o The Observer, “Preeta Samarasan retrata de forma magnífica os conflitos que dilaceram um país e uma família, num romance vibrante, descritivo e enriquecedor”.

 

Preeta Samarasan nasceu e cresceu na Malásia e estudou nos Estados Unidos. Vive actualmente em França. Evening Is the Whole Day é o seu primeiro romance e será publicado pela ASA. Podem visitar o site da autora em www.preetasamarasan.com.

 

O Orange Prize for Fiction, que vai na sua décima quarta edição, é o único prémio anual no Reino Unido que distingue a ficção escrita por uma mulher, celebrando a excelência, originalidade e acessibilidade na escrita feminina internacional.



publicado por Rita Mello às 14:12 | link do entrada | comentar | favorito

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