1.ª Parte:
2.ª Parte:

Que livros compõem juntamente com Luz Efémera a trilogia Langani, de Barbara & Stephanie Keating?
Resposta: Irmãs de Sangue e Um Fogo Eterno.
Vencedores:
01 – Clara Pais
25 – Maria da Conceição Braz Pacheco
50 – Elsa Maria Beja
75 – Maria Ramos
100 – Paula Cristina Magalhães das Neves Pinto Afonso
Parabéns aos vencedores e obrigada a todos os participantes!
Que livros compõem juntamente com Luz Efémera a trilogia Langani, de Barbara & Stephanie Keating?
Envie a sua resposta para joanneharris@sapo.pt – e se estiver correcta e for a 1.ª, a 25.ª, a 50.ª 75.ª ou a 100.ª a chegar, ganha automaticamente um dos cinco exemplares de Luz Efémera, de Barbara & Stephanie Keating, que a ASA tem para oferecer. A data limite é domingo, dia 24 de Abril.
O último e arrebatador volume da trilogia Langani
Em crianças, Hannah, Sarah e Camilla tornaram-se irmãs de sangue. Com o passar dos anos, conseguirá esta aliança manter-se inquebrável?
Hannah e o marido são donos da fazenda Langani e do Safari Lodge. Juntos, lutam para preservar a vida selvagem e as suas terras, ameaçadas por caçadores furtivos e funcionários governamentais corruptos. Contudo, vai ser a relação entre a filha de ambos e um rapaz africano a constituir o verdadeiro teste à união familiar. Por seu lado, Sarah é uma reputada fotógrafa e investigadora da vida animal. A morte do seu amor de infância marcou com violência a sua entrada na idade adulta; tantos anos depois, procura ainda recuperar a inocência perdida. Camilla conseguiu vingar no exigente mundo da moda e parece estar prestes a viver plenamente o seu grande amor ao lado do carismático guia de safáris Anthony Chapman. Mas uma triste reviravolta ensombra a vida de ambos e ameaça agora estilhaçar os sonhos que em tempos partilharam.
Passado nas regiões selvagens e imprevisíveis do Quénia, Luz Efémera é uma história de coragem, amizade, traição e sacrifício redentor.



Irmãs de Sangue, de Stephanie e Barbara Keating é um livro envolvente que conta a história de uma amizade de infância que dura para a vida toda. (…) Para quem gosta de uma boa história de amor e amizade com um excelente enquadramento geográfico e histórico. Para quem, como eu, tem a curiosidade e a vontade de conhecer África, faz-nos sentir o sol quente, a terra vermelha, o misticismo das tribos, os sons da natureza, dos animais... Recomendo muito.
Planeta Márcia
É um livro maravilhoso! Adorei ser transportada para o Quénia, para as suas planícies grandiosas, e as suas riquezas animais e culturais. A história de fundo, rica por si só, está muito bem integrada no espaço temporal, fiel aos acontecimentos da época e ao nascimento dessa nação. Longe de ser considerada "apenas" mais uma linda história de amor e amizade, é sem dúvida um relato muito realista da vida de três raparigas, de origens diferentes, cuja amizade de infância se arrasta ao longo dos tempos de mudança e é posta à prova na caminhada da vida. Grandioso, é a palavra que me ocorre para descrevê-lo!
O Vento Debaixo das Minhas Asas
Muito Bom!!! Pode ficar-se assustada com o tamanho do livro (tem 670 páginas), mas depois de começar a ler, não mais se quer parar!!! Uma leitura a não perder!!!
Livros, O Meu Vício
Aconselho vivamente a quem é um apaixonado por África, pois as escritoras relatam-nos uma África cheia de esplendor. É de facto um romance fascinante.
Vitorina’s Place
Aconselho vivamente a quem é um apaixonado por África, pois as escritoras relatam-nos uma África cheia de esplendor. É de facto um romance fascinante.
Pedaços de Mim
Carla Ribeiro:
É o fogo da savana nas terras dos ancestrais, os ritos primordiais onde o passado abraça o presente, o chamado do desconhecido que arde no ventre do mundo. África chama de mais longe que o tempo... e vale a pena responder.
Maria Sousa:
Nasci nesse continente: o sangue que corre nas minhas veias faz palpitar o meu coração sobre as estepes selvagens e imensas, onde o calor derrete o gelo da indiferença e se prolonga num eterno sorriso de alegria.
Alexandra Dias da Silva:
África é som de raízes, de onde nasci, de onde deixei a minha alma;
África é cheiro a calor, a cores fortes, a sabores doces;
África é sensação de liberdade, de natureza, de aventura;
África é uma visão diferente de alegria e amor.
África é o sabor que nunca esqueci....
Eulália Cunha:
O sangue corre mais rápido e sinto-o a ferver,
Os cheiros invadem-me e tenho vontade de me perder,
Nesse ancestral continente onde tudo pode acontecer,
África é um fogo eterno que o meu coração teima em manter!
Márcia Balsas:
África é o “Continente-Berço”, a nascente de vida, a natureza em bruto. Visualizo as paisagens nos meus sonhos de viajante, do vermelho ardente do pôr-do-sol, ao amarelo-torrado da savana até às brancas neves eternas. Sinto que depois de conhecer África, de sentir o pulsar da mãe-natureza, de abraçar a multiplicidade cultural e viver inúmeras experiências sensoriais, trarei um pouco desse mundo sempre comigo. Senti-me transportada para essas paragens com o livro Irmãs de Sangue e anseio pelo regresso, pela viagem marcante que Um Fogo Eterno vai deixar em mim.
Quénia, 1957. Durante a infância, três meninas de meios sociais muito diferentes tornam-se irmãs de sangue: a irlandesa Sara Mackay, a africânder Hanna van der Beer e a britânica Camilla Broughton-Smith juram que nada nem ninguém quebrará o laço que as une. Mas o que o futuro lhes reserva vai pôr à prova os seus sonhos e certezas.
Separadas pela distância e pelas obrigações familiares, as três jovens são atiradas para um mundo de interesses em conflito. Camilla alcança o sucesso como modelo na animada Londres da década de 1960; Sarah Mackay é enviada para a universidade na sua Irlanda natal, uma experiência penosa que apenas fortalece a sua determinação em voltar para África; a família de Hannah van der Beer esforça-se para manter a fazenda que os seus antepassados africânderes erigiram na viragem do século. Os seus laços serão constantemente postos à prova e, a par do exotismo de África, a sua amizade será pano de fundo para interesses amorosos cruzados e promessas quebradas.
Uma história sobre amizade, crescimento e a difícil transição dos ideais inocentes da infância para as exigências da vida adulta.

“Um grandioso e perfeito romance de entretenimento. As irmãs Keating vivem em países diferentes, mas escrevem como se fossem uma só pessoa.”
The Times
“Uma saga apaixonante, extraordinariamente bem escrita… É o tipo de livro que lemos à noite sob a luz da lanterna e debaixo dos cobertores.”
Daily Mail
“Contar a história da passagem de uma pessoa para a idade adulta pode ser uma tarefa bastante difícil. Pegar em três personagens, deixá-las crescer, e dar origem a uma tão apaixonante saga de romance, traição, crime e triunfo é um feito notável.”
Waikato Times
“Britânicas de nascimento, Barbara e Stephanie Keating passaram a juventude no Quénia e construíram esta história fascinante escrita a quatro mãos a partir da sua própria experiência.”
GQ
Qual o apelo que África tem para si?
Responda de forma criativa a esta questão e habilite-se a ganhar um dos cinco exemplares de Um Fogo Eterno, de Barbara e Stephanie Keating, que a ASA tem para lhe oferecer.
A frase terá de ser enviada até domingo, dia 13 de Setembro, para joanneharris@sapo.pt
Pode também ler os primeiros capítulos do romance aqui.

Quénia, Setembro de 1970
Nunca mais voltaria. Apesar desta promessa, feita a si mesma, foi incapaz de refrear a sua excitação quando o avião começou a mergulhar através de castelos de nuvens em direcção à terra ressequida. Fechou os olhos e desviou a cabeça da janela, não fosse ela distorcer, de algum modo, o seu primeiro vislumbre do país. Depois sentiu o baque do impacto e, mais tarde, Edward estendeu a mão para ajudá-la a levantar-se do assento. Soou uma pancada quando a pesada porta se abriu e Camilla, pela primeira vez, inalou vagarosamente, saboreando a inconfundível fragrância de África e deixando que a boca e os pulmões se enchessem desse gosto familiar.
A pista era como uma miragem no calor tremeluzente. Diante deles, estendia-se o vidro e o betão dos edifícios do aeroporto de Nairobi, mas ela mal reparou neles. O seu olhar devorava as planícies crestadas para lá da vedação de segurança, o azul despojado do céu matinal, as copas planas dos espinheiros, o remoinho de pó à passagem de uma carrinha por um caminho de terra batida em direcção à estrada principal para a cidade. As lágrimas turvavam-lhe a visão enquanto descia a escada do avião atrás de Edward, pousando cautelosa e lentamente os pés, como uma peregrina, no solo queniano. Passara tanto tempo e cada ano, num certo sentido, uma vida inteira. E agora regressava pelas razões erradas, mas não fazia diferença porque estava ali.
Tinham acordado com a companhia aérea que não haveria entrevistas com a comunicação social e ela sentiu-se aliviada quando foram acompanhados através da pista do aeroporto para um salão privado. As formalidades de entrada não se tinham alterado. Sentiu a irritação de Edward enquanto esperava que os passaportes fossem carimbados, transmitindo o peso do corpo ora a um pé, ora a outro. Ele odiava a burocracia. O agente de imigração parecia enfadado e carrancudo ao ler os passaportes de uma ponta à outra, fazendo Camilla sentir-se uma criminosa. Ou uma fugitiva cujo disfarce era necessário desmascarar. Olhou para ele, profundamente aborrecida e um pouco receosa. Sentia dores de cabeça e tentou ignorar a tremura de ansiedade no estômago. O homem franziu a testa, alargando por um momento as narinas do seu nariz largo, ao erguer os olhos para ela, e depois retomou o folhear lento do passaporte. Finalmente, levantou um carimbo de borracha da almofada e, com uma pancada, carimbou os vistos. Camilla preparava-se para se afastar quando, de súbito, ele lhe sorriu, o seu rosto negro refulgindo numa visão de dentes brancos e olhos divertidos.
– Bem-vindos a Nairobi. Desejo-vos uma boa estadia.
Apareceu um bagageiro com as malas deles e seguiram-no até à zona da alfândega. Um casal indiano estava junto de um balcão de inspecção, a mulher estóica e muda, o marido discutindo efusivamente. As gengivas e dentes dele estavam tingidos de vermelho de mascar noz de areca e formou-se-lhe espuma no canto da boca. A mulher suspirou e cobriu o cabelo comprido com o sari. O funcionário da alfândega estava a revistar-lhes toda a bagagem, recusando-se a olhá-los nos olhos ou a atender as suas explicações suplicantes. Com cinco malas, iam demorar-se por ali muito tempo. Era evidente que também isto não mudara muito. Camilla sentiu uma ponta de compaixão por eles quando um membro do pessoal do aeroporto chegou para a conduzir noutra direcção. Ela sentiu a mão de Edward por baixo do cotovelo, ao transporem uma porta lateral que dizia «Entrada Reservada ao Pessoal» para um parque de estacionamento privado no exterior.
Viu Sarah imediatamente. Correram uma para a outra e abraçaram-se em silêncio, afastando-se para se estudarem mutuamente e se abraçarem de novo.
Pode ler os primeiros capítulos de Um Fogo Eterno, de Barbara e Stephanie Keating, aqui.
Três mulheres em busca de amor e redenção, na apaixonante sequela de Irmãs de Sangue
Hannah, Sarah e Camilla partilharam uma infância mágica e feliz no Quénia. Anos depois, as três jovens mulheres regressam às terras altas da África Oriental e àquele que é agora um país independente.
Hannah luta para preservar a sua memória na fazenda Langani, alvo de uma série de ataques violentos que ameaçam a sua segurança e casamento. Sarah está a estudar o comportamento dos elefantes numa zona perigosa devido à acção de caçadores furtivos, refugiando-se no trabalho para superar a morte do seu amor de infância. Camilla, um ícone mundial da moda, abandona a sua carreira em Londres e regressa ao Quénia por amor a um carismático caçador e guia de safáris.
Mas um segredo paira sobre elas. Com a ajuda de um ambicioso jornalista indiano, elas vão desvendar a verdade por detrás da morte do noivo de Sarah e dos constantes ataques à fazenda e às suas vidas. As paixões e provações por que passam estas inesquecíveis heroínas, unidas uma vez mais pela amizade e pelo amor ao país das suas infâncias, fazem de Um Fogo Eterno um romance épico e magnífico.
“Ler Um Fogo Eterno é como estar sentado numa varanda com um gin tónico na mão a contemplar o pôr-do-sol em África.”
The Times
Barbara e Stephanie Keating cresceram no Quénia. Uma das irmãs vive actualmente em França e a outra em Dublin. A distância não as impediu de alcançarem um grande sucesso internacional com À Minha Filha em França…, já publicado pela ASA. Do catálogo da editora constam também Irmãs de Sangue e Um Fogo Eterno, os dois primeiros volumes da trilogia Langani, que Luz Efémera agora encerra.
Para mais informações sobre as autoras consulte o site www.barbara-and-stephanie-keating.com


















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crónica de paixões & caprichos
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